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Cardano, Solana e Bittensor se preparam para alta? Análise revela sinais para as criptomoedas

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O mercado de criptomoedas inicia a semana em queda com 3 criptomoedas no destaque dos analistas. Enquanto Cardano (ADA) mostra melhora gradual no sentimento, Solana (SOL) se aproxima de um possível rompimento técnico apoiado por fluxo institucional. Já o Bittensor (TAO) enfrenta pressão mesmo diante de um evento estrutural importante.

No caso do Cardano, o preço se mantém acima de US$ 0,40, após não conseguir sustentar uma alta acima do limite superior de um padrão de cunha na semana anterior. Apesar do movimento lateral no curto prazo, dados on-chain e de derivativos apontam para uma mudança gradual de humor. De acordo com Manish Chhetri, analista de mercado, “os dados da CryptoQuant mostram ordens relevantes de baleias, domínio de compras e condições mais equilibradas, o que sugere um interesse comprador crescente”.

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Além disso, os indicadores de derivativos reforçam essa leitura. O long-to-short ratio do ADA atingiu 1,19, o maior nível em mais de um mês, segundo a CoinGlass. Esse patamar indica que mais traders apostam na alta do que na queda. Chhetri destaca que “quando esse índice permanece acima de um, o mercado costuma antecipar movimentos de recuperação”. As taxas de financiamento também viraram positivas, um sinal histórico de retomada de preço no Cardano.

Do ponto de vista técnico, o ADA tenta se organizar dentro de uma cunha descendente. Caso o preço consiga romper esse padrão, analistas veem espaço para uma alta até US$ 0,51, nível que coincide com a retração de Fibonacci de 38,2%. Ainda assim, o risco permanece. Se houver rejeição, o ativo pode recuar novamente até US$ 0,37, mínima registrada no início de dezembro.

Cardano criptomoedas

Sinais das criptomoedas

Enquanto isso, o cenário para o Bittensor (TAO) se mostra mais delicado. O token ligado ao setor de inteligência artificial descentralizada sobe pontualmente após quedas recentes, mas o sentimento geral ainda inspira cautela. O ativo passa por seu primeiro evento de halving, que reduz pela metade a emissão diária para 3.600 TAO. Em teoria, isso tende a favorecer o preço, desde que a demanda se mantenha.

No entanto, Vishal Dixit observa que o mercado ainda não reagiu de forma consistente. “O interesse no mercado futuro permanece fraco, com queda no open interest e financiamento negativo, o que indica aumento da confiança dos vendedores”, afirma. O open interest recuou para US$ 201 milhões, enquanto a taxa de financiamento virou negativa, reforçando o viés defensivo.

Tecnicamente, o TAO rompeu um padrão de triângulo simétrico, o que aumenta o risco de novas quedas. Analistas apontam possíveis alvos em US$ 265 e, em um cenário mais negativo, US$ 250. Indicadores como RSI e MACD seguem inclinados para baixo, mostrando pressão vendedora contínua.

Bittensor

Previsão Solana

Já a Solana apresenta um quadro mais construtivo. O preço se mantém acima de US$ 131 e se aproxima do limite superior de uma cunha descendente, padrão que costuma anteceder movimentos de alta. O diferencial está no comportamento dos investidores institucionais. Desde o lançamento dos ETFs à vista de Solana, os fluxos seguem positivos semana após semana.

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Dados da SoSoValue mostram que os ativos sob gestão dos ETFs de SOL já se aproximam de US$ 1 bilhão. Para Manish Chhetri, isso indica que “instituições continuam comprando nas correções, em vez de abandonar posições, o que sustenta uma visão otimista”. O mercado de derivativos confirma esse movimento, com o long-to-short ratio em 1,07, o maior nível em mais de um mês.

Se o rompimento técnico se confirmar, analistas projetam uma alta até a região de US$ 160. O RSI aponta perda de força vendedora e se aproxima do nível neutro. Ainda assim, o risco de correção permanece, com suporte relevante próximo de US$ 121,66.

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Solana liga o modo turbo e novo cliente Firedancer pode transformar a rede

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A rede Solana ativou oficialmente um novo cliente de validação. O desenvolvedor Kevin Bowers, integrante da Jump Crypto, confirmou a entrada em operação do Firedancer na rede principal. A novidade amplia as opções disponíveis para validadores e reacende o debate sobre descentralização, desempenho e resiliência da blockchain.

Um cliente de validação funciona como o software responsável por permitir que os validadores executem as regras do protocolo e participem do consenso da rede. Até agora, Solana operava basicamente com dois clientes: Agave e Jito-Labs, sendo este último um fork do Agave. Com a ativação do Firedancer, a rede passa a contar com uma terceira alternativa funcional, reduzindo a dependência de uma única implementação.

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Os desenvolvedores do Firedancer afirmam que o novo cliente busca melhorar três pilares centrais da rede Solana: desempenho, escalabilidade e estabilidade. Um dos principais ganhos está na redução do risco sistêmico. Com mais clientes ativos, um eventual erro de software deixa de afetar toda a rede, o que diminui falhas em cascata e mitiga riscos de centralização.

Atualmente, os dados mostram uma concentração relevante. Agave responde por mais de 81% dos validadores, enquanto Jito-Labs concentra cerca de 18%. O Firedancer, recém-lançado, ainda representa aproximadamente 0,13%, com cerca de 800 validadores em operação. Mesmo assim, a simples existência de uma nova base de código já altera a dinâmica do ecossistema.

Solana Firedancer

Solana Firedancer

Do ponto de vista técnico, o Firedancer aposta em uma arquitetura modular para a Solana. O software separa funções críticas, como processamento de pacotes, verificação de assinaturas e construção de blocos, em componentes independentes. Essa divisão reduz gargalos e melhora a eficiência no fluxo de dados, um ponto sensível para Solana após episódios de congestionamento no passado.

Durante a fase beta, os desenvolvedores indicaram que o Firedancer foi capaz de processar até 1 milhão de transações, um número que reforça o foco em alta performance. Além disso, o cliente aprimora a comunicação entre nós por meio do protocolo Turbine, responsável pela propagação de blocos. Uma transmissão mais uniforme acelera a validação e melhora a sincronização entre validadores.

Outro diferencial está na linguagem utilizada. Enquanto Agave e Jito são escritos em Rust, o Firedancer foi desenvolvido em C e C++, linguagens tradicionalmente associadas a aplicações de alto desempenho. Essa escolha amplia a diversidade técnica e reduz o risco de vulnerabilidades compartilhadas entre clientes.

Nos primeiros minutos de operação, o painel de monitoramento do Firedancer mostrou um desempenho consistente. O validador processava cerca de 2.858 transações por segundo, número alinhado com os exploradores públicos da rede. Essa convergência indica que o cliente entrega dados realistas e compatíveis com a atividade global da Solana.

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Desse modo, as métricas relacionadas aos chamados “shreds”, fragmentos usados na propagação de blocos, também apareceram ativas e atualizadas. Estados como recebido, reenviado, reparado e publicado confirmaram que o Firedancer já participa plenamente do fluxo operacional da rede.

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Bitcoin é visto como “energia transformada em dinheiro”, afirma CEO da Nvidia

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O CEO da Nvidia, Jensen Huang, apresentou uma visão direta e incomum sobre o Bitcoin durante um painel sobre energia global e inteligência artificial. Ele afirmou que a criptomoeda funciona como “energia transformada em dinheiro”, e que essa lógica muda completamente o debate sobre consumo energético. Ele explicou que o Bitcoin cria valor ao capturar eletricidade sobrante que desapareceria sem utilidade.

Segundo Huang, muitas redes elétricas geram mais energia do que precisam. Isso acontece porque fontes renováveis têm picos de produção e usinas tradicionais operam acima da demanda. Ele destacou que essa energia excedente simplesmente se perde ao longo do dia.

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Excesso De Energia Vira Ativo Digital

Assim, Huang argumentou que o Bitcoin oferece uma solução prática. Ele disse que a mineração permite monetizar energia que não encontra consumidores. Por isso, ele afirmou que o processo converte eletricidade ociosa em um ativo financeiro transferível.

Ele acrescentou que esse mecanismo funciona como uma extensão monetária da rede elétrica. Para ele, quando a energia gera Bitcoin, o valor produzido viaja livremente pelo mundo. Por isso, regiões com muita energia ou oferta instável conseguem “exportar” eletricidade de forma econômica.

Assim, o executivo reforçou que o Bitcoin não deve ser visto como um peso ambiental. Ele afirmou que o ativo representa uma maneira de aproveitar energia que nunca chegaria a um cliente pagante.

Ideia Se Aproxima Da Tese Energética De Elon Musk

Huang também reconheceu paralelos entre sua análise e a visão de Elon Musk. O empresário sempre disse que o Bitcoin funciona como “dinheiro baseado em energia”, pois depende de força computacional real para existir.

Musk também cita que boa parte da mineração atual usa fontes renováveis. Isso reforça a noção de que o Bitcoin está cada vez mais ligado a infraestruturas limpas. Assim, Huang sugere que o ativo se encaixa naturalmente em mercados que exigem eficiência energética.

Durante o painel, Huang destacou ainda que a mineração cria incentivos para ampliar a produção renovável. Ele afirmou que, sem esse tipo de demanda tecnológica, muitos investimentos em energia limpa não se justificariam financeiramente.

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Dessa forma, ele defendeu que o Bitcoin se tornou uma ferramenta que armazena e transporta energia. Ele ressaltou que isso ocorre sem depender de fronteiras, acordos políticos ou infraestrutura física.

Huang ainda comentou que a convergência entre energia, IA e Bitcoin está acelerando. Ele disse que setores de computação avançada precisam de eletricidade constante, e o Bitcoin ajuda a equilibrar essa dinâmica. Assim, ele vê o ativo como parte de um novo ciclo tecnológico.

Por fim, ele afirmou que muitos líderes do setor agora enxergam o Bitcoin de forma mais madura. Eles não o tratam como um problema ambiental, mas como uma solução que captura energia desperdiçada e a transforma em valor econômico real.

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Coinbase adota a CCIP da Chainlink para levar cbBTC e cbXRP a novas blockchains

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A Coinbase avançou mais um passo na expansão de seus ativos encapsulados ao escolher a CCIP da Chainlink como solução exclusiva para conectar cbBTC, cbETH, cbXRP e outros tokens a novas blockchains. O movimento reforça a estratégia da empresa de criar ativos portáveis e seguros em múltiplas redes, abrindo caminho para um ecossistema mais integrado.

Segundo a exchange, o conjunto de ativos wrapped da Coinbase soma hoje cerca de US$ 7 bilhões em valor. A integração com a Chainlink permitirá que esses tokens se movam com mais rapidez e segurança por diferentes redes sem a necessidade de modelos tradicionais de ponte, considerados mais vulneráveis.

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CCIP Torna Integração Cross-Chain Mais Simples E Mais Segura

A Coinbase descreveu a CCIP como sua “solução exclusiva de bridging”. A tecnologia usa “pools de tokens auditados” e contratos inteligentes para transferir valor entre redes de maneira segura. Esse modelo contrasta com pontes baseadas em wrapping simples, que historicamente sofreram ataques significativos no setor.

Josh Leavitt, diretor sênior de produto da Coinbase, afirmou que a escolha se baseia na liderança da Chainlink no setor.

A infraestrutura deles oferece um meio confiável para expandir nossa linha de Wrapped Assets”, disse o executivo.

A CCIP, lançada em fase beta em 2023, cresceu rapidamente. Ela já funciona em todo o ecossistema EVM e em redes alternativas como Solana, Monad e Aptos, além de soluções de escalabilidade ligadas ao Bitcoin, como BOB e Babylon. A rede global Swift também testou a CCIP com sucesso em um piloto envolvendo bancos.

Base, Solana e Novas Redes Entram No Mapa Da Coinbase

A integração chega poucas semanas após a Base, rede incubada pela Coinbase, lançar sua primeira ponte oficial para Solana usando tecnologia da Chainlink. A colaboração não é novidade: a chainlink já fornece feeds de dados e canais de comunicação para várias iniciativas ligadas à Coinbase.

Os Wrapped Assets da Coinbase funcionam como versões tokenizadas de criptomoedas mantidas pela empresa em reserva 1:1. Isso garante que cada unidade de cbBTC ou cbXRP corresponda exatamente ao ativo original sob custódia da plataforma.

Segundo a Chainlink, o protocolo CCIP usa as mesmas redes de oráculos que “protegem mais de 70% do DeFi global”, envolvendo mais de US$ 27 trilhões em volume de transações. A empresa argumenta que essa estrutura reduz riscos e cria um ambiente mais confiável para transferências entre redes.

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Com essa parceria, a Coinbase prepara o terreno para expandir sua presença cross-chain. A empresa aposta que, ao facilitar a circulação de ativos wrapped em múltiplas blockchains, poderá impulsionar novos casos de uso e ampliar a liquidez de seus produtos.

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Enquanto XRP e BCH andam de lado, Bitcoin Hyper se aproxima de US$ 30 milhões

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Nas últimas 48 horas, o XRP perdeu força gradualmente, recuando para a região de US$ 2 após não sustentar a alta acima de US$ 2,10 no início da semana. A pressão vendedora permaneceu controlada, porém constante. Cada tentativa de recuperação encontrou resistência próxima de US$ 2,165, limitando qualquer avanço mais consistente.

A análise técnica divulgada pela analista CasiTrades aponta que o XRP ainda defende uma zona macro de suporte relevante. O nível de retração de 0,5 de Fibonacci, situado em torno de US$ 2,03, continua funcionando como piso estrutural. O preço chegou a tocar US$ 1,99, mas reagiu rapidamente, voltando acima desse patamar.

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XRP queda

Esse comportamento reforça a leitura de que compradores seguem ativos nessa faixa. Apesar disso, o ativo não apresenta força suficiente para retomar uma tendência clara de alta. O ponto decisivo permanece em US$ 1,97. Enquanto o preço se mantiver acima desse nível, o cenário de queda mais profunda não se confirma.

No campo otimista, analistas destacam que somente uma quebra consistente acima de US$ 2,41 validaria uma reversão mais forte. Nesse caso, projeções indicam alvos entre US$ 2,75 e US$ 2,90. Por outro lado, a perda de US$ 1,97 abriria espaço para um recuo até US$ 1,64, ampliando a correção.

O Bitcoin Cash apresenta comportamento semelhante. O ativo também opera de lado, sem catalisadores claros no curto prazo. Esse movimento lateral em grandes altcoins reforça a sensação de espera no mercado, especialmente diante de incertezas macroeconômicas e menor liquidez.

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Bitcoin Cash

Bitcoin Hyper

Enquanto isso, um projeto específico chama atenção fora desse eixo tradicional. O Bitcoin Hyper (HYPER) alcançou US$ 29 milhões em pré-venda, aproximando-se rapidamente da marca simbólica de US$ 30 milhões. O avanço impressiona ainda mais porque ocorre em um momento em que o próprio Bitcoin permanece cerca de 30% abaixo de sua máxima histórica.

O interesse crescente se explica pela proposta do projeto. O Bitcoin Hyper surgiu para resolver limitações antigas da rede Bitcoin. A principal delas envolve a baixa capacidade de transações por segundo. A outra está ligada à ausência de suporte nativo para contratos inteligentes.

Para enfrentar esses gargalos, o projeto integra a Máquina Virtual da Solana (SVM) à segurança do Bitcoin. Essa combinação permite processar milhares de transações por segundo com taxas inferiores a US$ 0,01. Assim, o BTC deixa de ser apenas reserva de valor e passa a circular de forma mais eficiente.

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Projeção Bitcoin Hyper

Além disso, o suporte a contratos inteligentes cria novas possibilidades, indicando que comprar Bitcoin Hyper agora pode ser uma boa opção para os traders. Protocolos DeFi, staking, empréstimos e aplicações diversas podem operar usando Bitcoin como base. Esse avanço atrai tanto investidores quanto desenvolvedores interessados em explorar um ecossistema mais amplo.

A rápida captação reflete essa expectativa. Grandes carteiras entraram na pré-venda mesmo em períodos de alta volatilidade. Analistas observam que o interesse institucional indireto cresce à medida que soluções de segunda camada ganham relevância.

Projeções externas reforçam o otimismo. Análises de preço do HYPER indicam que ele pode atingir valores médios de US$ 0,475 em 2026, com picos próximos de US$ 0,650 se a adoção avançar. Isso representaria ganhos superiores a 6.000% em relação aos preços atuais da pré-venda.

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Empresa de ETF de BTC diz que Bitcoin é o “Labubu digital”, apenas um brinquedo sem renda nem fluxo de caixa

Empresa de ETF de BTC diz que Bitcoin é o “Labubu digital”, apenas um brinquedo sem renda nem fluxo de caixa

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A Vanguard disse nesta sexta-feira, 12, que o Bitcoin é apenas um ativo especulativo, sem renda, sem fluxo de caixa e sem capacidade de gerar valor produtivo. A avaliação partiu de John Ameriks, chefe global de ações quantitativas da gestora, durante um evento da Bloomberg em Nova York.

A declaração ganhou força porque a Vanguard administra cerca de US$ 12 trilhões em ativos e decidiu, recentemente, liberar o acesso de seus clientes a ETFs spot de Bitcoin. Mesmo assim, a empresa manteve uma posição crítica e deixou claro que não vê um caso de longo prazo para a moeda digital.

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Ameriks afirmou que o Bitcoin não oferece renda, não gera juros e não permite composição de retornos. De acordo com ele, esses fatores afastam o ativo de qualquer definição clássica de investimento produtivo. Por isso, a gestora prefere tratá-lo como um item colecionável. Durante o evento, o executivo foi ainda mais direto ao comparar o Bitcoin a um “Labubu digital”, referência a um brinquedo de pelúcia que viralizou recentemente. Para ele, a tecnologia por trás da moeda ainda não provou valor econômico duradouro.

A fala ocorreu enquanto o Bitcoin era negociado próximo de US$ 92 mil, após recuar de máximas acima de US$ 126 mil registradas poucas semanas antes. O movimento reforçou a percepção de volatilidade e fragilidade do ativo. Apesar da crítica, a Vanguard decidiu liberar a negociação de ETFs spot de Bitcoin para seus clientes. Ameriks explicou que a decisão veio após observar o desempenho desses produtos desde janeiro de 2024, quando começaram a bater recordes de volume.

Bitcoin Labubu
Imagem: X

Bitcoin é um Labubu digital

Segundo ele, a empresa quis garantir que os ETFs realmente entregassem o que prometiam. Ainda assim, a gestora não pretende oferecer recomendações de compra ou venda e não indicará tokens específicos aos investidores. A Vanguard também deixou claro que não planeja lançar seus próprios ETFs de criptomoedas. A posição segue alinhada com avaliações anteriores, nas quais a empresa classificou o setor cripto como altamente especulativo.

Mesmo com a crítica ao Bitcoin, a gestora reconhece que a tecnologia blockchain pode ter aplicações úteis no futuro. Segundo um porta-voz, a infraestrutura pode melhorar processos de mercado, embora isso não mude a visão negativa sobre o token. Ameriks admitiu que o Bitcoin poderia ter utilidade em cenários extremos, como inflação elevada ou crises políticas severas. No entanto, ele destacou que o histórico do ativo ainda é curto e inconsistente.

Para o executivo, apenas um padrão confiável de comportamento nesses contextos permitiria discutir uma tese de investimento mais sólida. Até agora, esse padrão não apareceu de forma convincente. A cautela da Vanguard surge em um momento em que bancos também revisam projeções para o Bitcoin. O Standard Chartered reduziu sua expectativa para 2026, cortando o alvo de US$ 300 mil para US$ 150 mil.

O banco também adiou a projeção de US$ 500 mil, antes prevista para 2028, agora empurrada para 2030. A revisão ocorreu após queda na demanda de tesourarias corporativas e desaceleração dos fluxos para ETFs. Analistas da Bernstein seguiram caminho parecido. Eles retiraram a previsão de US$ 200 mil ainda este ano e passaram a trabalhar com US$ 150 mil até o fim de 2026.

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Juventus na mira: Tether quer assumir controle total do clube de futebol

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A gigante das criptomoedas Tether, conhecida pela emissão da stablecoin USDT, fez uma proposta em dinheiro para adquirir o famoso clube de futebol italiano Juventus. Se a negociação for concluída, a compra pode se tornar o movimento mais ousado na história da empresa.

O CEO da Tether, Paolo Ardoino, declarou em um comunicado que Juventus sempre fez parte de sua vida.

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“Cresci assistindo a esse time. Como menino, aprendi sobre compromisso, resiliência e responsabilidade ao ver a Juventus conquistar vitórias e enfrentar adversidades com dignidade”, afirmou Ardoino.

Tether se prepara para maior investimento da história

Embora a Tether já tenha feito diversos investimentos, incluindo em inteligência artificial e ouro, essa proposta para comprar o Juventus é, sem dúvida, o movimento mais visível e de maior impacto da empresa. Com lucros que ultrapassam os US$ 10 bilhões nos três primeiros trimestres deste ano, a Tether busca diversificar ainda mais seu portfólio.

A proposta de aquisição foi feita para comprar 100% das ações do clube pertencentes à Exor, a holding pública da família Agnelli, dona da Fiat, que controla o Juventus há décadas. A proposta, porém, depende da aprovação regulatória, o que pode demorar algum tempo.

Investimento milionário para o desenvolvimento do clube

Se a compra for concretizada, a Tether se compromete a investir 1 bilhão de euros para apoiar e desenvolver o clube, afirmando que isso faz parte de seu compromisso com o crescimento e fortalecimento da Juventus. A equipe, uma das mais renomadas do futebol mundial, mantém parcerias estratégicas com grandes marcas, como Adidas, Jeep e Allianz, e continua sendo uma das favoritas no cenário esportivo internacional.

Além disso, a Tether já havia adquirido uma participação minoritária na Juventus em fevereiro deste ano. Essa nova proposta representa um passo significativo na busca da empresa por mais presença em mercados tradicionais, além de expandir sua influência no setor esportivo.

O movimento também marca uma tentativa de transformar a Juventus em um clube ainda mais globalizado, aproveitando a força da Tether no mercado cripto e sua experiência em investimentos de longo prazo.

Com essa proposta, a Tether reafirma sua intenção de continuar expandindo seu império financeiro, aproveitando seu sucesso no setor cripto para atuar também no mundo dos esportes, um dos mercados mais lucrativos do planeta.

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Gemini recebe aprovação da CFTC para lançar mercados de previsão nos Estados Unidos

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A Gemini conquistou nesta semana um avanço decisivo no setor de derivativos cripto ao obter a aprovação da CFTC para operar mercados de previsão regulados nos Estados Unidos. A licença, concedida à afiliada Gemini Titan, permite que a exchange ofereça contratos de eventos a clientes americanos, abrindo uma nova frente de competição no setor.

A decisão encerra um processo de cinco anos e marca um ponto de virada para a empresa. O CEO, Tyler Winklevoss, afirmou que a aprovação simboliza o início de uma nova fase para a Gemini e destacou que o governo Trump teria “encerrado a guerra contra as criptomoedas” promovida pela administração anterior.

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Gemini entra em um mercado que cresce rapidamente

Com a autorização, a Gemini passa a disputar espaço com plataformas como Kalshi e Polymarket, que recentemente receberam sinal verde para operar novamente nos EUA. Esse mercado ganhou força em 2024, impulsionado pelo interesse crescente em negociações ligadas a eleições, indicadores econômicos e eventos culturais.

A empresa também planeja dar passos maiores no setor de derivativos. Segundo o comunicado, a Gemini pretende buscar permissões adicionais para listar futuros, opções e contratos perpétuos em território americano. Esses produtos são amplamente negociados na Ásia, mas continuam restritos nos EUA, onde a regulação avança de forma mais lenta.

Para a empresa, os mercados de previsão podem alcançar um tamanho igual ou até superior ao dos mercados tradicionais. O presidente Cameron Winklevoss afirmou que a CFTC entende o potencial desse segmento e reconhece seu papel na modernização do sistema financeiro.

Regulação mais aberta impulsiona expansão dos contratos de eventos

A aprovação acontece em um momento de mudança regulatória. A CFTC, sob comando interino de Caroline Pham, vem adotando uma postura mais aberta em relação aos mercados de previsão. Nesta quarta-feira, Pham anunciou o CEO Innovation Council, que inclui líderes de empresas como Gemini, Kalshi, Polymarket, Nasdaq e CME Group.

O impacto no mercado foi imediato. As ações da Gemini subiram 13,7% em poucas horas, embora ainda estejam cerca de 70% abaixo do preço de abertura do IPO. O movimento reflete o entusiasmo dos investidores diante da possibilidade de novos produtos regulamentados.

Os clientes poderão negociar contratos de eventos diretamente pelo site da exchange usando saldos em USD. O recurso também chegará ao aplicativo móvel em breve. Entre os exemplos de mercados futuros, a Gemini citou perguntas sobre o preço do Bitcoin no fim do ano ou resultados de decisões regulatórias importantes.

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O interesse do público em mercados de previsão cresce rapidamente. Em plataformas como Polymarket e Kalshi, mais de 70% dos usuários já apontam esse setor como o mais promissor dentro do universo cripto.

Com a nova aprovação, a Gemini se posiciona para liderar essa expansão, enquanto o setor se aproxima de uma integração mais profunda entre finanças tradicionais e ferramentas baseadas em blockchain.

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Solana pode chegar a US$ 260, porém nova altcoin é vista como oportunidade de 10x

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O mercado de criptomoedas voltou a discutir o potencial da Solana (SOL) após novos sinais vindos dos ETFs à vista nos Estados Unidos. Nas últimas duas semanas, os dados mostram uma desaceleração clara no ritmo de acumulação. Ainda assim, investidores institucionais seguem atentos ao próximo passo do Federal Reserve, que pode destravar um novo ciclo de valorização para ativos de risco.

Segundo dados da SoSoValue, os ETFs spot de Solana registraram um leve aumento diário de cerca de US$ 16,5 milhões. Embora o valor fique abaixo das entradas observadas anteriormente, o movimento indica posicionamento antecipado. O mercado, portanto, começa a se preparar para uma possível mudança no cenário macroeconômico.

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Atualmente, participantes do mercado precificam um corte de 50 pontos-base nos juros dos EUA ainda neste mês. Dados recentes de inflação vieram abaixo do esperado. Além disso, 11 dos 12 membros do FOMC já sinalizam apoio a uma flexibilização monetária em dezembro. As probabilidades desse cenário alcançam 89%.

Nesse contexto, a Solana se destaca entre as altcoins. Durante o segundo pior mês do ano para o mercado cripto, a rede acumulou 22 dias consecutivos de entradas institucionais. Enquanto outros ETFs perderam capital, investidores tradicionais aproveitaram a queda para comprar SOL, reforçando sua posição como aposta institucional preferida.

Solana em busca de alta

Solana busca alta

No campo técnico, analistas observam um padrão de duplo fundo em formação. Um corte agressivo de juros pode fornecer o impulso necessário para confirmar essa estrutura. O nível de US$ 145 surge como a última grande resistência antes de uma reversão mais ampla.

Indicadores de momentum reforçam esse cenário. O RSI constrói topos mais altos e pressiona a linha neutra dos 50 pontos. Ao mesmo tempo, o MACD mantém distância positiva da linha de sinal, sugerindo uma tendência de alta com maior sustentação.

Se o padrão se confirmar, a projeção inicial aponta para US$ 210, com possibilidade de retomada da estrutura de triângulo descendente rompida ao longo do ano. Nesse cenário, analistas não descartam alvos mais ambiciosos, que poderiam levar a Solana a US$ 260 ou até além, caso o ambiente macro permaneça favorável.

Porém, riscos permanecem. Uma decisão inesperada do Fed, mantendo os juros estáveis, pode provocar rejeição imediata na região de US$ 145. Isso colocaria novamente o suporte de US$ 120 sob pressão e adiaria qualquer tentativa de rali.

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Pepenode: nova altcoin vista como oportunidade

Pepenode
Pré-venda do token $PEPENODE.

Enquanto Solana disputa atenção institucional, o mercado também observa o surgimento de novas altcoins com propostas mais agressivas de retorno. Após altas expressivas em ativos como Bitcoin Cash e ZCash, investidores passaram a buscar projetos capazes de multiplicar ganhos de forma acelerada.

Nesse movimento, o Pepenode (PEPENODE) ganhou destaque ao apresentar um modelo diferente baseado em mine-to-earn. O projeto combina mineração virtual, mecânica de jogo e um sistema deflacionário desde o início, tentando ir além da simples viralização típica das memecoins.

O Pepenode permite que usuários adquiram nós digitais, criando salas de servidores virtuais sem necessidade de hardware físico. Cada nó gera recompensas em tokens PEPENODE, simulando a mineração tradicional de forma gamificada e acessível.

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O interesse cresceu rapidamente. A pré-venda já ultrapassou US$ 2,2 milhões arrecadados, atraindo investidores em busca de alternativas a memecoins estagnadas. Portanto, comprar Pepenode agora pode trazer lucro aos investidores iniciais. Um dos pontos centrais é o mecanismo de queima de 70% dos tokens usados em upgrades, o que aumenta a escassez e sustenta expectativas de valorização.

Análises de preço do Pepenode estimam que o token possa alcançar US$ 0,25 até o fim de 2025, caso consiga listagem em grandes DEXs e mantenha crescimento comunitário. Para 2030, análises mais positivas apontam para valores próximos de US$ 0,85, caso o ecossistema se consolide totalmente on-chain.

Além disso, o projeto oferece staking com retorno anual de até 564% e recompensas por indicação, o que impulsiona engajamento e expansão da base de usuários. Em um mercado que voltou a valorizar narrativas fortes e utilidade real, projetos como o Pepenode surgem como apostas de alto risco, mas também de potencial multiplicação expressiva, enquanto Solana segue como referência entre as grandes altcoins.

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Cadê meu dinheiro? Aave Labs recebe críticas por desvio de taxas

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A Aave Labs passou a enfrentar forte contestação da comunidade após mudanças recentes nas integrações de trocas dentro da plataforma. Delegados da Aave DAO afirmam que parte das taxas deixou de chegar ao tesouro coletivo, levantando dúvidas sobre transparência e alinhamento de interesses.

A controvérsia surgiu no fórum de governança da Aave. O delegado conhecido como EzR3aL apontou que a nova integração com a CoW Swap alterou a forma como as taxas de swap são distribuídas. Segundo ele, valores que antes reforçavam a DAO agora permanecem com a Aave Labs. Até então, as trocas realizadas pela interface da Aave utilizavam um adaptador da ParaSwap. Nesse modelo, qualquer excedente gerado era direcionado ao tesouro da Aave DAO, fortalecendo a sustentabilidade do ecossistema.

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Com a nova integração, esse fluxo mudou. EzR3aL afirmou que a DAO deixou de receber taxas adicionais entre 15 e 25 pontos-base, o que representa uma perda relevante ao longo do tempo. Um exemplo citado foi a última transferência semanal, que somava 46 ETH, mais de US$ 150 mil.

A análise também mostrou que a arrecadação da DAO começou a cair gradualmente desde junho, período em que a CoW Swap passou a ser integrada de forma parcial à plataforma. Esse dado reforçou a percepção de que a mudança impactou diretamente a receita coletiva. Na semana passada, a Aave anunciou que a CoW Swap passaria a gerenciar todas as trocas internas. A empresa destacou benefícios como melhores preços e proteção contra ataques MEV, além de maior flexibilidade para usuários ajustarem posições de empréstimo.

Aave Labs recebe críticas

Apesar das vantagens operacionais, a discussão rapidamente se concentrou na questão das taxas. A Aave Labs confirmou que agora retém esses valores e afirmou que considera a prática legítima, já que mantém e financia o front-end.

Essa resposta aumentou a tensão. Marc Zeller, da influente Aave Chan Initiative, classificou a situação como “extremamente preocupante”. Para ele, a medida representa uma privatização disfarçada de receitas geradas com marca e propriedade intelectual financiadas pela DAO.

Zeller afirmou que existia uma relação implícita de cooperação entre a DAO e a Labs, sempre voltada ao interesse dos detentores do token AAVE. Segundo ele, a mudança rompe esse entendimento e gera sensação de quebra de confiança. Outros membros da comunidade ecoaram o descontentamento. Muitos descreveram a decisão como um “erro não forçado” e apontaram um claro desalinhamento entre a entidade desenvolvedora centralizada e a governança descentralizada.

Desse modo, o debate ganhou força rapidamente. O fórum registrou mais de 30 comentários em poucas horas, com críticas diretas e pedidos por maior clareza. Assim, a insatisfação se tornou evidente mesmo entre apoiadores históricos do projeto. A Aave Labs respondeu dizendo que as integrações ficam fora do protocolo, que permanece sob controle da DAO. De acordo com a empresa, o front-end é um produto próprio, financiado e mantido de forma independente.

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AAVE (3)
Imagem: X

Destino das taxas

A Labs também afirmou que as taxas repassadas anteriormente eram doações da ParaSwap, motivadas, em parte, pela incapacidade técnica da empresa de armazenar esses valores no passado. O fundador da Aave, Stani Kulechov, reforçou esse argumento. Ele explicou que a Labs decidiu desenvolver internamente os adaptadores da CoW Swap para oferecer uma experiência melhor aos usuários.

Assim, Kulechov afirmou que não há problema em a Aave Labs monetizar seus produtos, já que o desenvolvimento e a manutenção do front-end não fazem parte do protocolo governado pela DAO.   Enquanto isso, a Aave DAO tenta fortalecer sua própria receita. Recentemente, aprovou propostas para suspender garantias menos eficientes e encerrar operações em blockchains com baixo desempenho.

A Aave segue como o maior protocolo DeFi em valor total bloqueado, com cerca de US$ 34 bilhões segundo a DeFiLlama. A receita anual estimada gira em torno de US$ 112 milhões.

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