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Lead Bank traz Loop Crypto para impulsionar stablecoins e redefinir pagamentos digitais

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O Lead Bank deu mais um passo na estratégia de expansão voltada ao setor de ativos digitais ao integrar a Loop Crypto ao seu núcleo de inovação. A parceria busca ampliar o alcance de soluções de stablecoins e pagamentos cripto, setor que cresce rapidamente e atrai cada vez mais instituições tradicionais.

A Loop afirmou que a união tem como objetivo aproveitar o avanço das stablecoins em escala global. Segundo a CEO Eleni Steinman, a parceria permitirá acelerar produtos que tornam o sistema financeiro mais rápido, eficiente e seguro, com apoio da infraestrutura bancária já consolidada do Lead Bank.

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A iniciativa reforça o interesse crescente de bancos regionais em tecnologias cripto, especialmente em pagamentos e liquidações em tempo real.

Banco tradicional abre portas para cripto em movimento estratégico

Apesar de ser um banco comunitário com 97 anos de história, o Lead Bank passou por uma transformação significativa nos últimos anos. Em 2022, um grupo de executivos liderado por Jackie Reses adquiriu o banco e iniciou uma reorientação estratégica voltada para fintechs e empresas de ativos digitais.

Essa mudança atraiu investidores de peso. Em sua rodada Série B deste ano, o banco captou US$ 70 milhões, alcançando uma avaliação de US$ 1,47 bilhão. Entre os investidores estavam Andreessen Horowitz (a16z), ICONIQ, Greycroft, Ribbit Capital, Coatue, Khosla Ventures e Zeev Ventures.

A Loop Crypto também avançou em 2024 ao captar US$ 6 milhões, parte deles fornecidos pela própria a16z. A união das duas empresas agora conecta expertise bancária tradicional com infraestrutura cripto moderna.

Parceria cria base para expansão de stablecoins no mercado dos EUA

A nova colaboração permitirá que o Lead Bank incorpore a tecnologia da Loop diretamente em suas operações, fortalecendo sua atuação em pagamentos digitais. Em abril, empresas como Visa e Stripe lançaram iniciativas para permitir que desenvolvedores oferecessem cartões Visa vinculados a stablecoins, e o Lead Bank apareceu como parceiro institucional dessas soluções.

O interesse do setor em stablecoins cresce rapidamente. Para Steinman, esses ativos já representam “uma força financeira global em expansão”, com potencial para redesenhar o modo como pagamentos e liquidações funcionam no mercado tradicional.

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A parceria entre Lead Bank e Loop Crypto cria uma base para a adoção mais ampla de pagamentos digitais instantâneos, usando stablecoins como ferramenta central. Ao unir a infraestrutura bancária regulamentada com a agilidade de plataformas cripto, ambas as empresas acreditam que podem atender uma demanda crescente por sistemas mais rápidos e integrados.

O movimento também sinaliza que bancos regionais estão dispostos a competir com gigantes do setor ao apostar em tecnologias que aproximam o sistema financeiro tradicional da economia digital.

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Sentença histórica nos EUA: Do Kwon é condenado por fraude da Terra Luna

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O ex-líder da blockchain Terra, Do Kwon, recebeu nesta quarta-feira uma sentença de 15 anos de prisão em um tribunal federal dos Estados Unidos. A decisão encerra um dos casos mais marcantes do mercado cripto, dois anos após a implosão da Terra destruir fortunas e abalar profundamente o setor.

A queda repentina do ecossistema Terra e da stablecoin UST deixou perdas massivas e provocou falências em cadeia. O julgamento de Do Kwon se tornou, assim, um ponto de referência para entender os limites legais em projetos de grande impacto.

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Testemunhos emocionam o tribunal e influenciam sentença mais dura

O juiz Paul Engelmeyer, do Distrito Sul de Nova York, anunciou a pena após uma audiência repleta de depoimentos emocionados. Vítimas descreveram perdas de economias, negócios e planos futuros. Essas declarações pesaram bastante na decisão final, que superou o pedido da defesa e também a recomendação dos promotores.

Kwon deve cumprir pelo menos metade da pena nos EUA antes de buscar transferência para a Coreia do Sul, onde ainda responde a outros processos. O tribunal também discutiu como o tempo de prisão já cumprido em Montenegro será contabilizado. Segundo a acusação, apenas o período que exceder a pena local será considerado.

O executivo admitiu fraude no início do ano. Ele reconheceu que o sistema criado para sustentar a stablecoin TerraUSD (UST) enganou investidores sobre sua real estabilidade. Com a confissão, o caso, antes composto por nove acusações, foi reduzido a duas, relacionadas a fraudes em valores mobiliários, commodities e comunicações eletrônicas.

Colapso da Terra provocou impacto profundo no mercado cripto

A falha do UST, em maio de 2022, desencadeou um dos piores episódios da história das criptomoedas. Em poucos dias, cerca de US$ 50 bilhões desapareceram. O choque derrubou empresas, pressionou plataformas de empréstimo e abriu caminho para outras quedas significativas, como a da FTX meses depois.

A sentença de Do Kwon se soma às de outros executivos de destaque. O ex-CEO da FTX, Sam Bankman-Fried, cumpre 25 anos, enquanto o fundador da Celsius, Alex Mashinsky, recebeu 12 anos. Muitos analistas apontam o colapso da Terra como o evento que expôs fragilidades estruturais e acelerou a crise que atingiu o setor.

O juiz também questionou como uma eventual transferência futura impactaria a execução da pena e os processos pendentes na Coreia do Sul. O tribunal busca evitar perda de controle sobre o restante da sentença caso ocorra extradição parcial.

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O período de 17 meses que Kwon passou detido em Montenegro também foi discutido. O tribunal ainda decidirá quanto desse tempo será creditado.

Caso marca nova era de responsabilidade para líderes do setor

Com a decisão, Do Kwon deixa de ser um fugitivo global e passa a ser um réu condenado que ainda enfrentará novos julgamentos. Mesmo assim, o caso permanece como um divisor de águas no debate sobre responsabilidade no setor cripto.

Para reguladores e investidores, a sentença envia uma sinalização clara: fundadores que conduzem projetos com práticas fraudulentas podem enfrentar punições severas. Para desenvolvedores, o episódio reforça a necessidade de transparência e responsabilidade em ecossistemas que movem bilhões.

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Wall Street Chain pode superar a ADA e a XMR em potencial de crescimento

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Cardano e Monero frequentemente aparecem em conversas sobre as melhores criptomoedas para comprar. Isso é especialmente comum entre os investidores mais antigos que se lembram de suas primeiras altas. Os dois tokens construíram uma sólida reputação nos últimos 8 a 11 anos.

A realidade é que os últimos anos não foram favoráveis ​​para nenhum dos dois. Muitos dos primeiros compradores, entre 2019 e 2020, aproveitaram o auge de seus ciclos de crescimento, embora o ímpeto pareça ter diminuído. As novas ondas de investidores geralmente buscam algo mais inovador, com histórias que ressoem com esse mercado em constante evolução.

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Por isso, a Wall Street Chain ($WSC) chega nesse momento com algo que parece diferente. Narrativas fluidas, tecnologia rápida, energia de jogos, cultura degenerada e a sensação de que a próxima grande pré-venda de criptomoedas pode não ser uma tradicional camada 1, mas algo construído para ação.

A Wall Street Chain traz essa atitude de ‘ação em primeiro lugar’ que pode torná-la o novo lar dos jogos. A plataforma pinta um quadro mais completo de uma blockchain projetada para experiências de alta velocidade e totalmente on-chain. Ela se move rapidamente e, bem, tenta arrastar o mercado junto.

Pré-venda cripto criada em torno da nova onda dos jogos

A Wall Street Chain chega com uma proposta ousada em relação à velocidade. A blockchain é compatível com a EVM e foi construída especificamente para jogos. Ela parece ser uma resposta às frustrações que as blockchains mais antigas causavam aos desenvolvedores de jogos.

Tempos de bloco, congestionamento e atrasos prejudicam a experiência de jogo, e o público gamer no mundo das criptomoedas tende a exigir feedback instantâneo. A Wall Street Chain tenta resolver isso com uma estrutura onde cada jogo tem sua própria blockchain. A equipe as chama de gamechains dedicadas.

Os jogos precisam de espaço para respirar, e a Wall Street Chain parece entender isso. Cada gamechain elimina a competição de tráfego. Se milhares de jogadores entrarem em um mundo, nada em outro mundo será afetado.

Na verdade, isso por si só cria a sensação de que os jogos da Web3 finalmente podem ter uma blockchain que os trata como jogos de verdade, e não como experimentos executados em redes construídas para o setor financeiro.

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Wall Street Chain ($WSC)

O projeto afirma ser mais rápido e barato que o Solana, mantendo a estabilidade da EVM. Ele oferece aos desenvolvedores um ambiente familiar, já que construir em uma nova máquina virtual atrasa geralmente a adoção.

Uma camada 1 (L1) voltada para jogos, que ainda mantém a essência do ecossistema Ethereum, mas opera em um ritmo diferente, cria uma vantagem que nem mesmo as criptomoedas mais antigas conseguem replicar.

É por isso que muitos observadores acreditam que esta pré-venda de criptomoedas se destaca. A blockchain se concentra em um setor que deve crescer de aproximadamente US$ 25 bilhões para mais de US$ 100 bilhões nos próximos anos.

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O mercado de jogos Web3 já possui demanda, embora a maior parte da infraestrutura ainda esteja incompleta. A Wall Street Chain se posiciona bem no centro dessa explosão.

Por que essa altcoin está chamando mais atenção do que ADA e XMR?

Cardano e Monero têm propósitos claros, embora nenhum dos dois seja projetado para ambientes rápidos e focados em jogos. ADA possui uma base acadêmica sólida, mas execução lenta. XMR mantém o foco na privacidade, mas permanece fora das principais exchanges.

Wall Street Chain entra com uma vantagem cultural. Memes influenciam a adoção de criptomoedas, e este projeto combina a cultura dos jogos com uma narrativa forte que funciona bem em plataformas sociais. Essa combinação funcionou bem para muitos dos principais projetos em ciclos anteriores.

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Os investidores recebem um token impulsionado pela comunidade, embora a própria rede ainda ofereça utilidade genuína. $WSC financia taxas de gás, governa gamechains, recompensa validadores e alimenta o ecossistema em geral. Quanto mais jogos se juntam, mais a atividade aumenta. A demanda pelo token cresce naturalmente, em vez de depender apenas do hype.

Gamechains dedicadas dão à Wall Street Chain uma vantagem competitiva que as blockchains de camada 1 mais antigas não possuem. A maioria das blockchains de camada 1 ainda executa todos os aplicativos na mesma cadeia. A Wall Street Chain se concentra exclusivamente no desempenho, o que a posiciona como uma altcoin de próxima geração para usuários que desejam exposição à expansão dos jogos.

Wall Street Chain ($WSC)

Características que fazem a rede Wall Street se destacar

A blockchain oferece transações instantâneas com finalidade determinística. Jogos exigem ações irreversíveis. Jogadores compram itens, resgatam recompensas, negociam ativos e esperam que esses eventos sejam concluídos imediatamente.

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A Wall Street Chain usa prova de participação (proof-of-stake) combinada com dBFT para garantir isso. Cada movimento parece instantâneo, o que é importante para jogos competitivos onde atrasos quebram a imersão.

Os ativos do jogo pertencem integralmente aos jogadores. A Wall Street Chain prioriza a propriedade real de cada item. Essa tendência cresce a cada ano, à medida que mais jogadores buscam direitos de propriedade digital.

A mobilidade entre blockchains mantém tudo flexível. Os ativos são transferidos entre blockchains a partir de uma única carteira, o que significa que um jogador não precisa de várias carteiras para se manter ativo.

Desenvolvedores recebem ferramentas que reduzem o tempo de desenvolvimento. A blockchain inclui uma plataforma de swaps, um explorador de criptomoedas, um hub de staking, uma ponte e um mercado de NFTs.

Tudo está dentro de um único ecossistema. Uma equipe de desenvolvimento pode lançar projetos mais rapidamente, iterar com frequência e atualizar sem atritos. A combinação de cultura, velocidade e infraestrutura gera impulso, que é exatamente o que uma pré-venda de criptomoedas precisa.

Como comprar na pré-venda cripto

Já existem mais de 17 milhões de tokens em staking. A Wall Street Chain oferece um rendimento anual de cerca de 500% durante a pré-venda. Altos rendimentos geralmente aumentam o interesse, embora o verdadeiro peso venha da participação antecipada na rede.

O token pode ser adquirido em diversas blockchains, incluindo Solana e Binance Smart Chain. As criptomoedas suportadas incluem ETH, BNB, SOL, USDC e USDT. Cartões bancários também funcionam, permitindo o acesso à pré-venda a partir de diferentes regiões.

Uma carteira se conecta diretamente à página da pré-venda, e as instruções guiam a compra. Muitos pesquisadores de altcoins preferem essa configuração por evitar complicações desnecessárias.

DESCUBRA O FUTURO DOS JOGOS CRIPTO COM A WALL STREET CHAIN

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Venda seu BTC agora: Analista crava queda do Bitcoin para US$ 76 mil

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O analista Roman afirmou, em uma publicação no X,  que o Bitcoin pode cair para US$ 76 mil, mesmo após tentativas de recuperação no mercado. Ele sustentou que o movimento recente indica apenas um respiro curto dentro de um cenário maior de correção. Assim, enquanto muitos investidores ainda observam o comportamento do ativo com esperança, especialistas identificam sinais claros de fraqueza no gráfico diário.

De acordo com ele, o Bitcoin continua preso em um canal de alta limitado, que pode se transformar em uma clássica bear flag, padrão que costuma antecipar novas quedas após uma recuperação fraca. Ele destacou também divergências baixistas no RSI e no MACD, reforçando a leitura técnica desfavorável para o curto prazo. Embora o ativo tenha marcado fundos locais próximos de US$ 80 mil, a moeda não conseguiu estabelecer uma reação forte ou consistente.

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Além disso, Roman cravou que o mercado já perdeu o impulso que sustentou a alta dos últimos anos. Em sua visão, o bull market terminou, mesmo que muitos participantes ainda esperem um novo rali. Ele lembrou que o Bitcoin subiu aproximadamente 750% desde o fundo de US$ 15.600, marcado em 2022, e que movimentos tão extensos costumam anteceder correções amplas. Por isso, o analista afirmou que a melhor estratégia seria se preparar para uma nova tendência de alta somente quando o preço retornar à região dos US$ 50 mil.

Queda Bitcoin

Outro ponto relevante envolve a falta de reação do mercado cripto diante dos estímulos macroeconômicos recentes. Embora os juros mais baixos tenham impulsionado ações e outros ativos tradicionais, o Bitcoin permaneceu apático. Essa desconexão aumentou a percepção de risco entre traders que observam enfraquecimento nos volumes e nas tentativas de retomada.

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Mesmo assim, alguns analistas identificam pequenos sinais positivos no curto prazo. O trader Luca observou que o Bitcoin conseguiu operar acima da chamada banda de suporte do bull market, formada pela média móvel simples de 21 períodos e pela média móvel exponencial de 20 períodos. Esse movimento, apesar de modesto, pode indicar uma defesa importante antes de uma queda mais forte. Ele explicou que, caso o preço volte a respeitar esse suporte, o cenário de médio prazo poderia melhorar novamente.

No entanto, o clima continua tenso. O Bitcoin tenta fechar o quarto candle diário acima da banda de suporte, algo que não acontece desde o início de outubro. Embora isso ofereça alguma proteção, ainda não elimina os riscos identificados pelos analistas mais cautelosos. Assim, o mercado segue dividido entre quem aposta em uma reação e quem acredita que a queda para US$ 76 mil já começou.

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Dogecoin retoma opularidade e MaxiDoge dispara em momentum

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A Dogecoin iniciou esta sexta-feira, 12, apresentando sinais claros de retomada de interesse entre traders, especialmente no mercado de derivativos. Após semanas de pressão negativa, os dados mais recentes indicam uma mudança relevante de comportamento, sugerindo que uma recuperação pode estar em curso. O movimento ocorre em um momento em que outras grandes criptomoedas ainda enfrentam redução de apetite especulativo.

Dados da CoinGlass mostram que traders de futuros comprometeram mais de 10,5 bilhões de DOGE, o equivalente a cerca de US$ 1,48 bilhão, na sexta-feira, 12 de dezembro. O volume representa um crescimento diário de 1,08% no open interest do ativo, métrica que reflete o nível de exposição e confiança dos investidores em movimentos futuros de preço.

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Embora o Dogecoin tenha operado no vermelho nos dias anteriores, a reversão no open interest surgiu como um sinal de força latente. Analistas interpretam esse aumento como indício de que participantes do mercado voltaram a apostar em uma recuperação de curto prazo. Em mercados de derivativos, esse tipo de mudança costuma anteceder movimentos mais expressivos no preço à vista.

Comportamento da Dogecoin

Dogecoin

O comportamento do DOGE contrasta com a tendência observada no restante do mercado. Enquanto ativos como XRP registraram queda no open interest, o Dogecoin seguiu na direção oposta. Esse descolamento reforça a percepção de que o ativo voltou a capturar atenção específica, especialmente de traders mais ativos e especulativos.

Segundo dados da CoinMarketCap, o Dogecoin avançou 2,16% nas últimas 24 horas, saindo de uma mínima intradiária de US$ 0,1365 para ser negociado próximo de US$ 0,1409. O movimento de alta ocorre em meio ao aumento do volume negociado e à concentração de posições em corretoras específicas.

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A Gate.io lidera o interesse no ativo, concentrando 24,82% de todo o open interest em DOGE, enquanto a Binance aparece na segunda posição, com 18,38%, somando cerca de 1,93 bilhão de tokens comprometidos. Essa distribuição mostra onde o apetite pelo Dogecoin está mais intenso neste momento.

MaxiDoge em momentum de forte alta

MaxiDoge

Paralelamente à retomada do DOGE, o mercado de memecoins também observa o avanço acelerado do MaxiDoge, um projeto em pré-venda que vem ganhando tração. O token já arrecadou mais de US$ 4,2 milhões, com unidades sendo negociadas a US$ 0,0002705, e ainda conta com poucos dias antes do próximo reajuste de preço. Isso indica que comprar MaxiDoge agora pode ser uma boa opção para os traders.

O MaxiDoge aposta em uma estética exagerada e em um personagem carismático, o “doge musculoso”, que dialoga diretamente com a cultura de humor e alavancagem do setor. A proposta busca atrair investidores que valorizam narrativas fortes e identidade visual marcante, elementos que historicamente impulsionam memecoins de alto impacto.

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Além disso, o projeto foca retenção desde o início. A pool de staking já está ativa e oferece rendimento anual de 73%, com cerca de 10,2 bilhões de tokens bloqueados antes mesmo do evento de geração de tokens. Desse modo, o modelo distribui 2.858,44 tokens por bloco de Ethereum, criando incentivo claro para manter posição no ativo.

Outra fator é que as análises de preço do MaxiDoge apontam para uma alta exponencial durante a próxima retomada do mercado. De acordo com os modelos, o token pode subir até 1.000% na listagens nas exchanges globais.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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ETFs de XRP captam quase US$ 1 Bilhão em 18 dias, mas preço sinaliza possível reversão

ETFs de XRP absorvem 80 milhões de tokens — novo rali de altcoins pode estar começando

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Os ETFs de XRP registraram um movimento raro no mercado cripto. Em dezoito sessões consecutivas, os quatro produtos receberam quase US$ 1 bilhão em aportes, sem nenhuma saída. Esse fluxo constante contrasta com a volatilidade recente, já que ETFs de Bitcoin e Ethereum sofreram resgates expressivos.

A sequência inédita indica a entrada de um novo tipo de investidor e, ao mesmo tempo, expõe um sinal de alerta para o preço do XRP, que permanece sob pressão.

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Investidores off-chain impulsionam entradas constantes

Segundo Brad Garlinghouse, CEO da Ripple, o fenômeno nasce de um grupo crescente de “investidores off-chain”. Esses compradores buscam exposição sem lidar com corretoras ou custódia própria. Eles investem em XRP como investem no S&P 500, usando contas reguladas, intermediários tradicionais e carteiras de aposentadoria.

Esse tipo de investidor raramente vende com base em notícias imediatas. Por isso, o ciclo de entradas manteve ritmo sólido, mesmo com quedas no mercado cripto. No entanto, o preço do XRP segue parado em torno de US$ 2,00, acumulando cerca de 20% de perda em 30 dias.

Gráfico XRP
Fonte: Coinmarketcap

Esse contraste mostra que o fluxo forte dos ETFs está sendo compensado por vendas em outros segmentos do mercado.

Derivativos mostram pressão vendedora e explicam o alerta

Nos derivativos, os sinais são claros. O Taker Sell Ratio da Binance atingiu 0,53, maior valor desde novembro, indicando agressividade vendedora. Traders estão aceitando preços menores para liquidar posições rapidamente.

Taker Sell Ratio XRP
Fonte: CryptoQuant

Além disso, de acordo com os dados da Glassnode o open interest caiu de 1,7 bilhão para 0,7 bilhão de XRP, redução de 59%. O movimento sugere forte desalavancagem após semanas de incerteza. Ao mesmo tempo, as taxas de funding despencaram, sinal de menor apetite especulativo.

Open Interest XRP
Fonte: Glassnode

Nesse cenário, os aportes dos ETFs funcionam como amortecedores, evitando quedas mais acentuadas, mas sem força para impulsionar o preço. O mercado vive um choque entre investidores tradicionais, que compram de forma passiva, e traders nativos de cripto, que vendem com rapidez.

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O XRP também mostra mudanças na rede. A velocidade das transações aumentou, enquanto as taxas caíram quase 90%, indicando movimentações amplas, porém baratas.

Esse conjunto de dados revela uma nova estrutura de preço. O ETF cria demanda estável, mas o mercado especulativo reduz posições.

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Pippin dispara e assusta o mercado: será que Maxi Doge é a próxima grande aposta?

SPX6900 dispara 38% em uma semana, mas o MaxiDoge pode ser a próxima grande memecoin

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O Pippin (PIPPIN), token de IA da rede Solana, voltou a liderar o noticiário cripto ao renovar sua máxima histórica. Com isso, o token também acendeu o alerta de possível correção brusca no curto prazo.

O ativo saltou de centavos para a faixa de US$ 0,35–0,36 em poucas semanas. O movimento ocorreu por forte volume em futuros e um rali que lembra outros casos recentes de alta explosiva seguida de queda acentuada.​

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Pippin renova máxima histórica e acende sinal de risco

Depois de passar boa parte de 2024 na região de US$ 0,01, Pippin engatou uma recuperação impressionante em novembro e dezembro. Em poucos dias, o token superou ganhos de 260%.

Alcançando, assim, valorização acumulada acima de 340% em três dias e elevando seu valor de mercado para mais de US$ 80 milhões.​ Com a oscilação de preço, PIPPIN galgou posições na lista de criptomoedas promissoras para 2026.

O movimento ocorreu após uma disparada no volume. Em apenas um dia, as negociações à vista somaram cerca de US$ 111 milhões, alta superior a 800% em relação à média anterior.

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Ao mesmo tempo, o mercado de derivativos explodiu, com estimativas de mais de US$ 700 milhões em contratos perpétuos ligados a PIPPIN. Dessa forma, a relação se inverteu para aproximadamente 3 posições vendidas para cada posição comprada. Isso sinaliza que a maioria dos traders está apostando em uma correção.​

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Recuperação da PIPPIN é um dos grandes destaques deste fim de ano. Fonte: CoinGecko.

Analistas apontam que, o interesse em narrativas de IA continue forte. No entanto, o risco de liquidações em cascata aumenta quando a maioria do mercado tenta “shortar” o rali ao mesmo tempo.​

Mercado segue em medo extremo apesar do rali

O contexto de Pippin é ainda mais peculiar porque ocorre em um momento de sentimento pessimista generalizado. Indicadores de sentimento apontam ‘medo extremo’, com o índice Fear & Greed cravado em torno de 10 pontos, o nível mais baixo desde abril de 2025.

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Ao mesmo tempo, a capitalização total do mercado cripto beira US$ 3 trilhões, com recuperação recente após forte sobrevenda. Sugerindo, portanto, que algoritmos e robôs de negociação estão comandando boa parte dos fluxos.​

Essa combinação de liquidez seletiva, ralis isolados e alavancagem elevada cria um terreno fértil para movimentos violentos tanto para cima quanto para baixo.

No caso de Pippin, qualquer ajuste brusco pode eliminar parte dos ganhos em horas, principalmente para quem entrou na máxima ou opera com margens estreitas.​

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Maxi Doge: buscando o ‘próximo Pippin’ com estratégia na pré-venda

O rali de Pippin reforça um padrão conhecido do mercado: tokens de narrativa forte, como IA ou memes, podem multiplicar de valor em poucos dias, mas também sofrer correções devastadoras.

É nesse ambiente que Maxi Doge (MAXI) vem chamando atenção como possível ‘próximo grande token’ do ciclo 2026, especialmente para quem prefere entrar antes do hype máximo, via pré-venda.​

Maxi Doge é uma memecoin temático de ‘cachorro maromba’, que mistura estética de cultura fitness com humor e marketing agressivo, mirando diretamente o público que busca alta volatilidade com potencial de retornos de 50x, 100x ou mais.

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A estratégia começou a dar resultado: a pré-venda já arrecadou cerca de US$ 4,3 milhões, com um modelo de 50 fases de preço que recompensa fortemente quem entra cedo, criando um ciclo de FOMO conforme cada nova etapa fica mais cara.​

Além disso, o projeto oferece staking com APYs elevados — em algumas fases, projeções chegam a centenas ou até milhares por cento ao ano — para incentivar que investidores mantenham seus tokens travados, reduzindo pressão de venda imediata após o lançamento.

Outra peça-chave é o orçamento de marketing: aproximadamente 65% dos recursos captados na pré-venda são destinados a campanhas publicitárias, influenciadores e listagens, em uma tentativa clara de garantir visibilidade massiva no momento em que MAXI chegar às grandes corretoras.​

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Visite o MaxiDoge Agora

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‘Ethereum já atingiu o fundo do poço’: BitMine, de Tom Lee, adiciona US$ 112 milhões em ETH ao seu tesouro

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A BitMine movimentou o mercado nesta quarta-feira (10) ao comprar US$ 112 milhões em Ethereum, reforçando sua estratégia agressiva de acumulação. O movimento ocorre enquanto o presidente da empresa, Tom Lee, insiste que o ETH já atingiu o fundo do poço e se prepara para um ciclo de reversão.

Segundo dados da EmberCN, que citam informações da Arkham, a BitMine adquiriu 33.504 ETH por meio da FalconX. A companhia ainda não confirmou a operação. Ainda assim, a transação ganhou força porque segue um padrão claro: compras regulares ao longo de 2025.

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A BitMine, maior tesouraria corporativa de Ethereum no mundo, busca manter uma posição dominante no setor e já declarou que pretende acumular 5% de todo o suprimento de ether.

Lista Tesouro Ethereum Coingecko
Fonte: Coingecko

BitMine reforça tesouro e mantém discurso otimista

Os documentos mais recentes, registrados no formulário 8-K, mostram que a empresa detinha 3.864.951 ETH em 7 de dezembro. Além disso, possuía 193 BTC, cerca de US$ 1 bilhão em caixa e um investimento de US$ 36 milhões em Eightco Holding, companhia listada na Nasdaq.

Tom Lee continua defendendo uma tese otimista. No mês passado, ele afirmou que o fundo do Ethereum estava em US$ 2.500 e que o preço poderia alcançar entre US$ 7.000 e US$ 9.000 até janeiro. Em nova entrevista recente, Lee reforçou o argumento.

A BitMine acredita que o Ethereum já bateu no fundo”, disse Lee no podcast Farokh Radio. Ele também destacou que a empresa dobrou o ritmo de compras em comparação com duas semanas atrás.

Essa postura agressiva surge em um momento delicado do mercado, marcado por quedas recentes e forte volatilidade causada pela política monetária dos EUA.

Mercado reage ao Fed e amplia pressão sobre o Ethereum

A quarta-feira (10) também trouxe um corte de 25 pontos-base na taxa de juros do Federal Reserve. Apesar disso, Jerome Powell indicou que novas reduções ainda são incertas. O resultado foi um clima de “corte hawkish”, que derrubou bitcoin e ether, mesmo com a alta no mercado acionário.

Antes da fala de Powell, Lee havia previsto que as criptomoedas poderiam iniciar uma reversão apenas em 2026, mesmo com o Fed ainda duro. Ele apontou dois fatores: a possível chegada de um novo presidente do Fed e a volta do Índice ISM acima de 50, sinalizando expansão econômica.

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Os preços de cripto reagem muito ao ISM”, afirmou Lee. “Quando o indicador supera 50 pontos, vemos movimentos de super ciclo no Bitcoin e no Ethereum.”

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Fim das CBDCs? Reino Unido anuncia que vai adotar e apoiar stablecoins em 2026

Reino Unido anuncia que vai adotar e apoiar stablecoins em 2026

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O Reino Unido deu uma guinada contrária ao uso das CBDCs e resolveu apostar no desenvolvimento das stablecoins. Em um comunicado divulgado na quarta-feira, a Financial Conduct Authority (FCA) afirmou que apoiar stablecoins emitidas localmente será uma prioridade em 2026. Assim, sinalizando uma mudança estrutural na política monetária britânica e no modelo de inovação financeira do país.

O anúncio veio após a FCA abrir um sandbox regulatório para empresas interessadas em testar soluções de pagamentos com stablecoins. O programa permitirá que emissores experimentem modelos de transferência, custódia e integração comercial dentro de um ambiente supervisionado. As empresas têm até 18 de janeiro de 2026 para enviar suas propostas.

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Em um documento dirigido ao primeiro-ministro Keir Starmer, o CEO da FCA, Nikhil Rathi, detalhou a estratégia digital da autoridade reguladora. Ele reforçou que, no próximo ano, a agência pretende finalizar todas as normas voltadas para ativos digitais e acelerar o desenvolvimento de stablecoins lastreadas em libra esterlina.

Nossas reformas ajudam o Reino Unido a manter sua vantagem competitiva global, atrair investimentos internacionais e liderar a inovação em serviços financeiros”, declarou Rathi.

A FCA trabalha atualmente em conjunto com o Banco da Inglaterra para elaborar um pacote regulatório abrangente. Esse conjunto incluirá regras para stablecoins, plataformas de negociação, serviços de empréstimo, staking e custódia. A expectativa é que essa estrutura esteja totalmente implementada em 2026, criando um dos ambientes regulatórios mais completos da Europa.

Stablecoins, sim; CBDCs não

Stablecoins sim

 

Enquanto os Estados Unidos avançam rapidamente com regulamentos setoriais, o Reino Unido prefere uma abordagem gradual. O governo busca equilibrar inovação e proteção ao consumidor, mas críticos afirmam que essa estratégia reduziu a competitividade do país. Entre eles está a Consensys, empresa responsável pelo MetaMask, que declarou que a aplicação rígida das regras financeiras tradicionais fez o Reino Unido perder espaço para os EUA como referência no setor cripto.

Apesar das críticas, o ritmo regulatório no país ganhou força nos últimos meses. A abertura do sandbox mostra que Londres pretende recuperar protagonismo e estimular soluções práticas de pagamento com stablecoins. O processo ganhou mais respaldo depois da aprovação da Property (Digital Assets etc.) Act 2025, que reconhece oficialmente ativos digitais como forma legal de propriedade.

Na carta enviada ao governo, Rathi destacou que a velocidade das inovações tecnológicas exige uma postura mais flexível. “A mudança tecnológica rápida nos obriga a focar em resultados, não em regras prescritivas”, escreveu. Ele também afirmou que a FCA vai ajustar sua supervisão de acordo com o porte e o perfil de cada empresa, reconhecendo que algumas falhas fazem parte do processo e que a prioridade será evitar danos significativos aos consumidores.

A decisão do Reino Unido ocorre meses após o Banco Central do Brasil também abandonar os planos da emissão de uma CBDC em blockchain. Porém, no caso nacional, a proposta do DREX não foi abandonada para priorizar stablecoins. De acordo com o BC, a proposta é lançar uma versão ‘ligth’ do Drex em 2026, sem blockchain, enquanto os testes de um sistema de contratos inteligentes continuam.

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Revolut adiciona integração com a TRON para staking e transferências mais rápidas

Revolut adiciona integração com a TRON para staking e transferências mais rápidas

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A Revolut ampliou suas operações no mercado digital ao integrar a blockchain TRON ao seu ecossistema financeiro. A empresa passou a oferecer staking de TRX dentro do aplicativo e habilitou transferências mais rápidas de stablecoins para milhões de usuários na Europa. O movimento reforça a disputa pela liderança no setor de pagamentos blockchain e demonstra como as fintechs utilizam a infraestrutura cripto para entregar serviços mais simples e eficientes.

A novidade permite que qualquer cliente faça staking de TRX diretamente no app da Revolut. A funcionalidade reduz barreiras técnicas comuns no staking on-chain e adiciona incentivos ligados ao modelo de governança da TRON. Além disso, a empresa afirma que os usuários não pagarão taxa de plataforma, criando um processo mais transparente e acessível.

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Revolut aposta em staking e pagamentos mais velozes

A integração não se limita ao staking. A Revolut firmou a parceria para fortalecer suas operações de remessas internacionais ao aproveitar o desempenho da TRON no mercado de stablecoins. A rede processa diariamente bilhões de dólares em transferências, com tempos de liquidação que permanecem entre os mais rápidos do setor.

Com isso, a empresa pretende executar pagamentos transfronteiriços com custos reduzidos e confirmação em poucos segundos. Para usuários que dependem de transferências frequentes, a mudança oferece um ganho imediato de velocidade e previsibilidade, algo difícil de encontrar em sistemas tradicionais.

Outro eixo dessa expansão envolve a conversão entre moedas fiduciárias e stablecoins. A Revolut quer oferecer paridade 1:1 na troca entre moedas tradicionais e stablecoins emitidas na TRON, evitando distorções de preço e spreads que surgem quando os valores atravessam diferentes plataformas financeiras. Essa abordagem posiciona o app como ponte entre contas convencionais e pagamentos digitais.

MiCA impulsiona cooperação entre fintechs e blockchains

Executivos da Revolut apontam que o ambiente regulatório europeu, moldado pelo MiCA, criou espaço para colaborações mais seguras entre fintechs e redes blockchain. Para a empresa, soluções escaláveis permitirão reduzir barreiras geográficas e simplificar o acesso aos serviços financeiros digitais.

A TRON, por sua vez, amplia sua presença por meio de parcerias com plataformas de pagamentos, exchanges e carteiras digitais. Com a Revolut, a rede reforça seu papel no mercado de liquidação com stablecoins, setor considerado cada vez mais estratégico para pagamentos globais.

Especialistas acreditam que essa parceria pode se tornar um modelo para outras fintechs europeias, sobretudo para empresas que desejam entrar no mercado cripto sem expor usuários a riscos desnecessários. Ainda é cedo para saber se o setor seguirá o mesmo caminho, mas a iniciativa mostra que os ativos digitais deixam de atuar apenas como instrumentos especulativos e avançam como base para infraestruturas financeiras modernas.

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