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Ethereum pode entrar em nova memeseason após disparada de 4.602% do Purple Frog

Ethereum pode entrar em nova memeseason após disparada de 4.602% do Purple Frog

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O mercado de memecoins começou o dia em alerta máximo. Purple Frog (PF) surpreendeu investidores ao disparar 4.602% em poucas horas, mesmo com a maior parte do setor operando no vermelho. O movimento reacendeu uma dúvida central entre traders: este é o início de um rali das memecoins no Ethereum?

Nos últimos meses, o sentimento geral foi de cautela. Ainda assim, o capital especulativo nunca saiu completamente do mercado. Pelo contrário, ele apenas aguardava um novo catalisador. Agora, tudo indica que esse gatilho pode ter surgido.

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A explosão do Purple Frog lembra episódios recentes que mudaram ciclos inteiros. Em especial, o rali das memecoins ligadas à Binance, iniciado por um simples sinal público de liderança. Hoje, o Ethereum parece ocupar esse mesmo ponto de inflexão.

Enquanto isso, investidores voltam a observar tokens de alto risco. Eles buscam retornos extremos em um cenário de mercado lateralizado. Esse comportamento ajuda a explicar por que as memecoins seguem desafiando a apatia do mercado amplo.

O Momento Das MemeCoins Do Ethereum Finalmente Chegou?

No ano passado, uma única postagem de Changpeng Zhao foi suficiente para incendiar o mercado. A mensagem “BNB meme szn!” abriu caminho para ganhos históricos em tokens ligados à Binance Smart Chain.

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Durante aquele período, várias memecoins registraram altas de dezenas de milhares por cento. Ao mesmo tempo, o Bitcoin avançava, reforçando o apetite por risco. O efeito foi rápido, direto e difícil de ignorar.

Hoje, o contexto é outro. O mercado cripto segue mais contido. Mesmo assim, as memecoins continuam apresentando movimentos agressivos. Isso sugere que o interesse especulativo segue vivo.

Na quarta-feira, o token Pippin (PIPPIN) subiu cerca de 60% em poucas horas. Sua capitalização alcançou centenas de milhões de dólares. O movimento deixou claro que traders ainda buscam oportunidades assimétricas.

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Logo depois, foi ainda mais longe. O token registrou um salto de aproximadamente 47 vezes em menos de um dia. Esse desempenho reforçou a percepção de que o capital de risco apenas aguardava o ativo certo.

Purple Frog (PF)
Gráfico Purple Frog (PF)

Por ser um token baseado em Ethereum, o PF levantou uma nova narrativa. Ele pode funcionar como o estopim de um rali mais amplo dentro do ecossistema. A diferença, agora, está na ausência de um sinal explícito de liderança.

Dificilmente Vitalik Buterin declarará publicamente uma “memeseason” do Ethereum. Por isso, alguns projetos acreditam que a liderança virá pela ação, não pelas palavras.

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O Verdadeiro Token Para Liderar Um Rali De MemeCoins No Ethereum

É nesse contexto que surge o Maxi Doge (MAXI). O projeto se posiciona como a evolução das memecoins dentro do Ethereum, herdando o espírito do Dogecoin, mas mirando um novo ciclo.

Segundo a proposta, movimentos de 100x ou 300x já não impressionam. O MAXI aposta em um potencial muito maior. A equipe fala abertamente em um cenário de até 1.000x, caso um rali do Ethereum se confirme.

Até agora, o projeto arrecadou US$ 4,54 milhões em sua pré-venda. Além disso, o atual lote se encerra em poucas horas. Após esse prazo, o preço do token será ajustado para cima.

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Diferente de ciclos anteriores, o Maxi Doge aposta fortemente em estratégia. Cerca de 65% do orçamento total está reservado para marketing, incluindo eventos, parcerias e campanhas com influenciadores.

Mesmo antes do uso pleno desses recursos, o token já começou a ganhar tração. Criadores de conteúdo conhecidos publicaram análises detalhadas. Veículos especializados também passaram a acompanhar o projeto.

Alguns analistas enxergam o MAXI como um possível sucessor simbólico do DOGE. Outros projetam retornos extremos, caso o Ethereum entre em uma nova fase especulativa.

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Além disso, o projeto oferece staking com APY dinâmico de 68%. Auditorias independentes reforçam a segurança do contrato inteligente.

Com Purple Frog abrindo espaço e Maxi Doge buscando protagonismo, o mercado começa a considerar seriamente uma memeseason no Ethereum. Agora, investidores observam atentos qual token será capaz de liderar o próximo grande movimento.

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo. Recomendamos que você sempre faça sua própria pesquisa (DYOR) antes de tomar qualquer decisão financeira. Invista apenas o que você pode se dar ao luxo de perder.

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ETFs de Ethereum atraem US$ 28 milhões enquanto Bitcoin testa suporte

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ETFs de Ethereum listados nos Estados Unidos registraram entrada líquida de US$ 28 milhões nesta semana, em um movimento que ocorre enquanto o Bitcoin segue sob pressão e em consolidação. O BTC é negociado em torno de US$ 85.000, após testar mínimas recentes próximas dessa faixa, acumulando desempenho negativo no mês. O cenário reforça a narrativa de rotação institucional, com parte do capital migrando para o ETH em meio à fraqueza do Bitcoin.

O Que Está Por Trás Da Entrada Nos Etfs De Ethereum?

ETFs são fundos negociados em bolsa que permitem exposição a criptoativos sem a necessidade de custódia direta, atraindo investidores institucionais em busca de liquidez e conformidade regulatória. A entrada de US$ 28 milhões nos produtos de Ethereum contrasta com fluxos mais fracos — e em alguns casos negativos — nos ETFs de Bitcoin, indicando preferência relativa pelo ETH neste momento do ciclo.

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O Ethereum é negociado próximo de US$ 2.800, com alta moderada nas últimas 24 horas e volume diário acima de US$ 15 bilhões. O RSI diário gira em torno de 50 pontos, sinalizando equilíbrio entre compra e venda, enquanto o MACD permanece levemente negativo, mas com perda de inclinação, sugerindo possível estabilização após a correção recente.

Bitcoin Consolida Próximo De Us$ 85 Mil

O Bitcoin segue lateralizado há várias sessões, com suporte imediato entre US$ 84.000 e US$ 85.500 e resistência relevante em US$ 88.000-US$ 89.000. No gráfico de 4 horas, as médias móveis de 50 e 200 períodos continuam apontando para baixo, caracterizando viés de curto prazo ainda negativo.

Dados on-chain mostram sinais mistos. A taxa de hash da rede recuou para níveis mais baixos em relação ao pico recente, enquanto a liquidez on-chain permanece comprimida. Por outro lado, o supply de BTC em exchanges segue em queda, próximo de 5% do total circulante, um dado historicamente associado a menor pressão vendedora estrutural no médio prazo.

Para investidores brasileiros, esse contexto reforça estratégias defensivas, como aportes graduais e redução de exposição alavancada. A consolidação atual se conecta ao comportamento mais cauteloso do mercado cripto em 2026, mesmo com a presença de ETFs à vista.

Rotação Institucional Favorece O Eth No Curto Prazo

A leitura predominante é de rotação de capital, padrão observado em ciclos anteriores quando o Bitcoin perde momentum e passa a consolidar em regiões de suporte. ETFs de Ethereum tendem a se beneficiar dessa dinâmica, assim como outros produtos cripto que ganham espaço entre gestores institucionais.

Ainda assim, o movimento segue modesto quando comparado ao market cap do Ethereum, hoje próximo de US$ 340 bilhões. O risco permanece elevado: uma perda clara do suporte de US$ 84.000 no BTC pode gerar contágio e pressionar também o ETH, independentemente dos fluxos positivos nos ETFs.

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No curto prazo, o mercado segue altamente sensível a dados macroeconômicos e aos fluxos institucionais. Caso o Bitcoin consiga recuperar US$ 88.000, o cenário pode se reequilibrar; se a pressão persistir, a rotação para o Ethereum tende a continuar, oferecendo oportunidades táticas sempre com gestão de risco rigorosa.

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USDD 2.0 alcança US$ 1 bi em TVL e reabre debate das algorítmicas

Stablecoin USDD

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A stablecoin USDD 2.0, da rede TRON, reportedly completou um ano de operação ao atingir US$ 1 bilhão em valor total bloqueado (TVL) em protocolos DeFi. O marco ocorre em um momento em que stablecoins representam mais de 95% do volume on-chain global, enquanto modelos algorítmicos seguem com participação inferior a 5% do market share. O avanço acontece em meio à retomada do TVL global em DeFi, hoje estimado em cerca de US$ 150 bilhões.

O crescimento chama atenção porque a versão original da USDD perdeu paridade em 2022, levantando dúvidas estruturais sobre stablecoins sem lastro direto em dólar. Ainda assim, a nova versão indica maior adesão de usuários e capital, especialmente dentro do ecossistema TRON, amplamente utilizado para pagamentos e transferências na América Latina.

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O que mudou na USDD 2.0?

A USDD 2.0 foi redesenhada com foco em maior sobrecolateralização e mecanismos de absorção de volatilidade, buscando evitar o efeito dominó visto no colapso da Terra/LUNA. Diferente de stablecoins puramente algorítmicas, o protocolo passou a utilizar reservas diversificadas e incentivos dinâmicos de liquidez para manter a paridade em US$ 1,00.

Na prática, investidores travam ativos em protocolos DeFi da TRON para gerar rendimentos que variam entre 10% e 20% ao ano, dependendo do pool e das condições de mercado. Esse retorno elevado explica parte do crescimento do TVL, mas também eleva o risco percebido, especialmente para investidores brasileiros acostumados a stablecoins lastreadas como USDT e USDC.

USDD 2.0 reposiciona a TRON no mercado de stablecoins

A TRON já concentra mais de US$ 200 bilhões em transferências anuais de USDT e se consolidou como infraestrutura de pagamentos em países da América Latina. Nesse contexto, o avanço da USDD 2.0 reforça a estratégia da rede de expandir seu papel no mercado de stablecoins, hoje dominado por USDT, com cerca de US$ 120 bilhões em circulação.

Para efeito de comparação, a DAI mantém cerca de US$ 5 bilhões em TVL com modelo sobrecolateralizado, enquanto a FRAX, de estrutura híbrida, opera em torno de US$ 600 milhões. O crescimento da USDD 2.0, portanto, ainda é modesto frente aos líderes, mas relevante dentro do nicho algorítmico.

Quais riscos ainda permanecem?

Apesar do TVL expressivo, stablecoins algorítmicas seguem sob escrutínio regulatório global. No Brasil, a CVM e o Banco Central acompanham de perto estruturas que oferecem yield elevado, especialmente após discussões sobre regulação de stablecoins em mercados internacionais.

Além disso, o modelo depende fortemente da confiança contínua dos usuários e da liquidez dos mercados DeFi. Em cenários de estresse, saídas rápidas de capital podem pressionar a paridade, um risco conhecido por quem acompanhou o histórico da Terra. Para traders brasileiros, isso significa oportunidade de arbitragem, mas também potencial de perdas rápidas.

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O avanço da USDD 2.0 mostra que o mercado ainda testa alternativas ao modelo totalmente lastreado em dólar. Para investidores, o dado-chave não é apenas o US$ 1 bilhão em TVL, mas a capacidade do protocolo de sustentar a paridade ao longo de ciclos de mercado mais voláteis.

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Fidelity entra no jogo das stablecoins com ativo atrelado ao dólar

Fidelity Stablecoin

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A Fidelity Investments revelou nesta quarta-feira planos para lançar uma stablecoin própria atrelada ao dólar, gerida internamente pela gestora. O anúncio ocorre semanas após o ETF de Bitcoin da empresa superar US$ 10 bilhões em ativos sob gestão, reforçando a estratégia cripto da instituição. O movimento acontece em um momento em que o mercado global de stablecoins ultrapassa US$ 170 bilhões, crescendo 25% apenas em 2025.

Embora o lançamento não tenha impacto direto imediato sobre preços de criptoativos, stablecoins concentram mais de 60% do volume diário negociado nas grandes exchanges, superando US$ 80 bilhões em 24h. Esse papel estrutural explica por que decisões de grandes gestores tendem a influenciar liquidez e eficiência de mercado no médio prazo.

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O avanço da Fidelity se soma à tendência de institucionalização do setor, que já inclui produtos como ETFs à vista, custódia regulada e iniciativas de tokenização, em um ambiente de maior clareza regulatória nos EUA e em outras jurisdições.

O que é a stablecoin da Fidelity e por que ela importa?

Stablecoins são criptoativos pareados a moedas fiduciárias, geralmente o dólar, com lastro em caixa ou títulos de curto prazo. Elas funcionam como infraestrutura de liquidez do mercado, permitindo que traders entrem e saiam de posições sem exposição direta à volatilidade.

A Fidelity administra cerca de US$ 4,9 trilhões em ativos tradicionais e atua no setor cripto desde 2022, com serviços de custódia e ETFs. A entrada com uma stablecoin própria coloca a gestora no mesmo campo de stablecoins de instituições financeiras, como o PYUSD do PayPal e iniciativas bancárias recentes.

Hoje, USDT e USDC dominam cerca de 90% do mercado, com capitalizações de US$ 120 bilhões e US$ 35 bilhões, respectivamente. A chegada de um novo emissor institucional pode pressionar spreads e aumentar opções de pares de negociação, algo relevante para traders brasileiros em plataformas locais.

Fidelity amplia competição no mercado de stablecoins

O lançamento também intensifica a disputa em um segmento que já atraiu JPMorgan, com a JPM Coin movimentando cerca de US$ 1 bilhão em volume acumulado, e a Société Générale, que estreou produto semelhante em 2025. Esse avanço ocorre em paralelo a debates sobre regulação de stablecoins e requisitos de transparência de reservas.

Do ponto de vista on-chain, stablecoins representam mais de 8% do market cap total de cripto e são responsáveis por grande parte do TVL em DeFi, hoje próximo de US$ 150 bilhões. Maior oferta de stablecoins tende a reduzir custos de transação e aumentar eficiência em protocolos de empréstimo e DEXs.

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Para investidores brasileiros, o efeito prático pode ser visto em maior liquidez em pares com BTC e ETH, além de possível integração futura com exchanges que já operam no país. O Brasil também possui iniciativas locais, como o BBRL do Mercado Bitcoin, com supply próximo de R$ 500 milhões.

Quais são os riscos e limites desse movimento?

Apesar do peso institucional, o sucesso da stablecoin da Fidelity dependerá de adoção real, integrações e confiança no modelo de reservas. USDT e USDC possuem efeito de rede consolidado, o que dificulta a migração de volume no curto prazo.

Além disso, mudanças regulatórias nos EUA podem impor exigências de capital e auditoria que afetem a rentabilidade do produto. Casos recentes mostram que stablecoins menos utilizadas tendem a manter supply baixo, limitando impacto de mercado.

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O lançamento, portanto, reforça a narrativa de institucionalização, mas não altera o equilíbrio competitivo de forma imediata. Para o investidor brasileiro, o sinal é claro: stablecoins seguem no centro da infraestrutura cripto, com grandes gestores disputando espaço nesse mercado estratégico.

Em um cenário de crescimento do setor e maior participação institucional, a entrada da Fidelity pode servir como catalisador de longo prazo para liquidez e maturidade do ecossistema, especialmente em DeFi e produtos regulados.

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Bancos dos EUA avançam em Bitcoin enquanto preço consolida

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Cerca de 60% dos maiores bancos dos Estados Unidos já oferecem ou desenvolvem produtos ligados ao Bitcoin, segundo discussão recente em fóruns do setor, sinalizando um novo estágio de adoção institucional. O movimento ocorre enquanto o BTC negocia a US$ 88.117 nesta quarta-feira, com alta de 1,4% em 24h e variação positiva de 6,2% em 7 dias. O pano de fundo é a entrada contínua de capital via ETFs spot e a busca de bancos por novas fontes de receita em um ambiente de juros ainda elevados.

O que significa a entrada massiva dos bancos no Bitcoin?

Na prática, bancos norte-americanos estão ampliando ofertas que vão de custódia a produtos estruturados e acesso a ETFs spot, como IBIT e FBTC, ambos com mais de US$ 20 bilhões sob gestão. Esse avanço reforça uma tendência já vista em bancos tradicionais explorando trading e custódia cripto, reduzindo barreiras para investidores institucionais. Para o mercado, isso importa porque amplia a liquidez e normaliza o Bitcoin como ativo financeiro.

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O reflexo aparece nos dados on-chain: baleias adicionaram cerca de 110.000 BTC nas últimas semanas, movimento associado a acúmulo em zonas de suporte. Historicamente, esse comportamento precede fases de consolidação ou retomada de alta, especialmente quando ocorre próximo a níveis técnicos relevantes.

Demanda institucional sustenta níveis técnicos-chave

Do ponto de vista técnico, o Bitcoin consolida acima da média móvel de 200 dias, hoje em US$ 82.400, mantendo viés estrutural positivo. O suporte crítico está entre US$ 84.000 e US$ 86.000, região defendida por forte volume comprador, enquanto a resistência imediata aparece em US$ 89.260. Um rompimento com fechamento diário acima desse patamar pode abrir espaço para teste psicológico em US$ 90.000.

O RSI diário está em 52 pontos, indicando equilíbrio entre compra e venda, longe de sobrecompra. Já o MACD segue levemente positivo, com histograma em expansão moderada, sinalizando que a pressão compradora ainda existe, mas sem euforia. Em 30 dias, apenas 43% dos pregões foram verdes, reforçando o cenário de consolidação.

Como isso afeta investidores brasileiros?

Para o investidor brasileiro, a adoção bancária nos EUA fortalece a tese de longo prazo do Bitcoin e amplia caminhos de exposição indireta via ETFs globais e ações relacionadas. Em um contexto de real mais fraco, uma alta do BTC tende a amplificar retornos em reais, além de reforçar o interesse local por plataformas como o Mercado Bitcoin. O movimento dialoga com a corrida bancária por cripto vista também na Europa.

Riscos e limites da narrativa de adoção

Apesar do avanço, nem todos os produtos bancários envolvem compra direta de Bitcoin, e parte da exposição ocorre via derivativos ou ETFs. Além disso, o sentimento do mercado segue em “Fear”, com índice em 29/100, mostrando que volatilidade e correções não estão descartadas. Um fechamento abaixo de US$ 84.000 poderia invalidar o cenário de suporte e reacender pressão vendedora.

No curto prazo, a combinação de adoção institucional crescente e acúmulo de baleias cria uma base sólida, mas o próximo movimento direcional do Bitcoin depende do rompimento claro entre US$ 86.000 e US$ 89.260. Para investidores brasileiros, o recado é acompanhar os níveis técnicos e o fluxo institucional, separando sinais estruturais de ruído de mercado.

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Projeções de preço e análises recentes apontam que o suporte atual pode sustentar uma estabilização, como discutido em estudos sobre acúmulo de baleias. Outras análises técnicas indicam alvos próximos caso a resistência ceda, conforme leituras de mercado em cenários técnicos recentes e modelos de previsão de preço.

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Tether lança USAT e amplia apostas em ouro nas reservas

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A Tether anunciou o lançamento da stablecoin USAT, supostamente lastreada em ativos tokenizados, enquanto acelerou compras de ouro físico em 2025. O movimento ocorre com o USDT mantendo market cap próximo de US$ 120 bilhões e volume diário de US$ 60 bilhões, sem reação imediata de preço por se tratar de uma stablecoin. O pano de fundo é a corrida por diversificação de reservas em meio a riscos regulatórios e geopolíticos no setor cripto.

O anúncio surge enquanto o mercado de stablecoins consolida cerca de US$ 170 bilhões em capitalização total, com o USDT representando aproximadamente 70% desse valor. Para investidores brasileiros, a estratégia sinaliza menor dependência exclusiva do dólar e maior proteção contra choques macroeconômicos globais. Em um cenário de inflação anual do real em torno de 4,5%, ativos atrelados ao ouro ganham relevância como hedge.

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Além disso, o movimento acontece em um momento de maior escrutínio regulatório internacional, com governos buscando regras mais rígidas para emissores de stablecoins. Isso coloca a Tether em rota de colisão competitiva com alternativas como USDC e novas iniciativas privadas. A empresa parece antecipar esse ambiente ao reforçar ativos tangíveis em seu balanço.

O que é a USAT e por que a Tether está comprando ouro?

A USAT é uma nova stablecoin da Tether que, segundo discussões iniciais, estaria vinculada a ativos tokenizados, ampliando o portfólio além do dólar. Diferente do USDT, que é pareado 1:1 com o dólar, a USAT busca diversificação e pode atrair usuários interessados em proteção de valor. Esse lançamento ocorre em paralelo à expansão do mercado de stablecoins, cada vez mais competitivo.

Em 2025, a Tether comprou 8,3 milhões de onças de ouro, elevando suas reservas para cerca de 50 toneladas. O ouro representa aproximadamente 5% das reservas totais, enquanto cerca de 85% seguem alocados em títulos do Tesouro dos EUA. Para traders, isso reduz o risco de concentração e aumenta a credibilidade do lastro em cenários de estresse financeiro.

Stablecoins lastreadas em ouro não são novidade, com exemplos como PAXG e XAUT, mas a escala da Tether muda o jogo. A entrada de um emissor dominante nesse segmento pode aumentar liquidez e adoção global. Para brasileiros, isso amplia opções de proteção cambial fora do sistema bancário tradicional.

Tether redefine padrão de reservas no setor

A estratégia pressiona concorrentes como a USDC, da Circle, que mantém market cap de cerca de US$ 35 bilhões, e a PYUSD, do PayPal, com aproximadamente US$ 500 milhões. Ao diversificar, a Tether reduz exposição a sanções e riscos políticos ligados exclusivamente ao dólar. Esse movimento dialoga com debates sobre regulação de stablecoins em diferentes jurisdições.

Do ponto de vista de mercado, a robustez das reservas sustenta a confiança no USDT, que registrou crescimento de 15% na adoção no Brasil em 2025. Exchanges locais como Mercado Bitcoin se beneficiam de maior liquidez e menor risco sistêmico. Isso é especialmente relevante para traders que usam stablecoins como base para operações de curto prazo.

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O reforço em ouro também conversa com a narrativa de proteção contra inflação global. Em 2026, o metal precioso tem superado vários ativos de risco, tema explorado em análises sobre compras de ouro institucionais. Para investidores, a Tether sinaliza alinhamento com essa tendência.

Quais são os riscos dessa estratégia?

Apesar da diversificação, persistem questionamentos sobre transparência e auditorias completas das reservas da Tether. Parte do mercado argumenta que a complexidade adicional pode dificultar a verificação independente. Em momentos de estresse, a confiança continua sendo o principal ativo de uma stablecoin.

Além disso, a USAT ainda carece de detalhes técnicos claros sobre governança e liquidez secundária. Sem ampla adoção, o produto pode ter impacto limitado no curto prazo. Traders brasileiros devem acompanhar métricas de supply em exchanges e volumes antes de utilizar o ativo.

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Por fim, mudanças regulatórias podem afetar a viabilidade de stablecoins lastreadas em ativos não tradicionais. A diversificação reduz riscos, mas não os elimina. O equilíbrio entre inovação e conformidade seguirá no centro do debate.

Em síntese, o lançamento da USAT e o aumento das reservas em ouro mostram a Tether buscando fortalecer sua posição dominante. Para investidores brasileiros, o movimento amplia opções de proteção e liquidez, mas exige acompanhamento atento de riscos e transparência nos próximos trimestres.

Análises históricas de mercado cripto ajudam a contextualizar movimentos de diversificação, enquanto estudos sobre ouro e macroeconomia reforçam o papel do metal como hedge. O mercado seguirá avaliando se a Tether consegue transformar essa estratégia em vantagem competitiva sustentável.

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Momento de decisão para o Bitcoin, mas nem tudo está perdido

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O mercado de criptomoedas começou a semana sob pressão. A escalada das tensões geopolíticas entre Estados Unidos e Europa, somada à retomada de discursos protecionistas por parte do governo americano, reduziu o apetite por risco e provocou uma correção relevante nos principais criptoativos. Nesta terça-feira (20), o preço do Bitcoin operava em queda expressiva, refletindo preocupações com a disputa envolvendo a Groenlândia e a possibilidade de novas tarifas comerciais. O cenário reforçou o movimento global de aversão ao risco, que já vinha se desenhando em outros mercados.

Na avaliação do banco Jefferies, o aumento das fricções políticas entre EUA e Europa tende a elevar a volatilidade dos ativos de risco, incluindo as criptomoedas. Mesmo que um acordo relacionado à Groenlândia seja alcançado, o banco avalia que o processo deve ser longo e marcado por períodos recorrentes de instabilidade. Na mesma linha, Gracy Chen, CEO da Bitget, afirma que a reativação das tensões tarifárias atua como um choque macroeconômico para os mercados. Segundo ela, em ambientes de incerteza política, investidores tendem a reduzir exposição a ativos voláteis apesar da narrativa do Bitcoin como “ouro digital”. Nesses momentos, a liquidez costuma migrar para ativos considerados mais defensivos.

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Interesse institucional segue alto, apesar da correção recente

Mesmo diante do movimento de queda, o interesse institucional no setor permanece relevante. A Strategy anunciou a compra de 22.305 bitcoins por aproximadamente US$ 2,13 bilhões, elevando suas reservas para cerca de 709.715 unidades. As aquisições foram financiadas por meio do programa de oferta de ações da empresa. Ainda assim, o mercado reagiu com cautela. As ações da Strategy caíram cerca de 7,4%, enquanto o Bitcoin recuava 3,6% no meio da tarde.

A Strategy ainda está comprando bitcoin porque parar seria um sinal para o mercado tão forte quanto comprar mais. Uma eventual pausa nas aquisições poderia ser interpretada como um reconhecimento de que o balanço da empresa não suporta uma queda prolongada nos preços do Bitcoin. Isso pressionaria as ações da Strategy e poderia afetar a confiança mais ampla no mercado cripto, dada a associação direta da companhia e de seu fundador, Michael Saylor, com o otimismo institucional em torno do ativo.

Como pano de fundo, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, declarou que o governo americano pretende incorporar bitcoins apreendidos à sua reserva estratégica de ativos digitais após a conclusão dos processos legais. O movimento reforça a percepção de avanço institucional no setor, mesmo em um ambiente de maior volatilidade.

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Crimes com criptomoedas batem recorde e elevam pressão regulatória

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Crimes envolvendo criptomoedas atingiram US$ 24,2 bilhões em 2024, um nível recorde, enquanto países sancionados passaram a usar Bitcoin e stablecoins para contornar restrições financeiras internacionais. Apesar dessa notícia negativa, o Bitcoin operou praticamente estável, cotado a cerca de US$ 87.433 hoje, com variação pequena nas últimas 24 horas e volume diário robusto no mercado cripto. Esse comportamento reforça a dissociação entre fundamentos de preço e ruído regulatório em um mercado que já precifica maior escrutínio global.

No acumulado de 7 dias, o BTC mostra leve alta, enquanto indicadores técnicos como o RSI diário se mantêm em zona neutra e o MACD segue próximo da linha zero, indicando consolidação acima de suportes técnicos relevantes e resistência em níveis próximos das máximas recentes.

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O que está por trás do avanço dos crimes cripto?

Relatórios recentes de empresas de análise on-chain mostram que o volume de lavagem de dinheiro em cripto cresceu 15% em 2025 em relação a 2024, impulsionado principalmente por atores estatais. Bitcoin responde por cerca de 70% dos fluxos ilícitos, enquanto stablecoins representam aproximadamente 20%, devido à liquidez e facilidade de uso em transações transfronteiriças.

Países como Irã e Rússia ampliaram o uso de ativos digitais para pagamentos internacionais e reservas alternativas — um tema observável em debates sobre como nações contornam sanções com stablecoins. Mixers, exchanges P2P e protocolos DeFi são os principais vetores porque dificultam o rastreamento e a aplicação de sanções tradicionais.

Impactos estruturais para o mercado global

O crescimento dos crimes força governos a acelerar regulações de AML e KYC, alterando a estrutura do mercado. Exchanges centralizadas tendem a ganhar participação por oferecerem compliance robusto, enquanto plataformas anônimas enfrentam queda de liquidez.

Esse movimento se conecta ao debate sobre regulamentação de criptomoedas em países sob sanção, que pode fragmentar a liquidez global. Para o investidor, isso significa spreads maiores e possíveis impactos na eficiência de preço, especialmente em momentos de estresse.

O que isso significa para investidores cripto brasileiros?

No Brasil, a CVM e o Banco Central já sinalizaram maior rigor em controles de lavagem de dinheiro ao longo de 2025. Na prática, isso pode elevar exigências de verificação em corretoras locais, afetando uma liquidez mensal estimada entre R$ 10 bilhões e R$ 20 bilhões.

Por outro lado, maior transparência tende a reduzir riscos sistêmicos e fortalecer players regulados. Investidores devem acompanhar de perto métricas como supply de BTC em exchanges e movimentos de grandes carteiras, já que crimes com criptomoedas costumam gerar volatilidade pontual.

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Riscos e contrapontos no radar

Apesar do recorde em valores absolutos, a participação de atividades ilícitas ainda representa menos de 1 % do volume total transacionado em cripto. Além disso, avanços em rastreamento on-chain reduzem a eficácia de esquemas criminosos ao longo do tempo.

O risco real para o mercado está menos no uso ilícito em si e mais em respostas regulatórias excessivas, que podem sufocar inovação. O equilíbrio entre compliance e acesso seguirá sendo o principal catalisador para preços e adoção nos próximos trimestres.

Para o investidor brasileiro, o cenário exige leitura fria dos dados: crimes aumentam, mas o mercado amadurece. Entender essa dinâmica é essencial para navegar um setor cada vez mais integrado ao sistema financeiro global.

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CoinPoker torna o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente

CoinPoker torna o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente

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A CoinPoker anunciou que seus populares leaderboards de cash game CoinRaces se tornarão uma promoção permanente a partir de 1º de março, distribuindo US$ 15.000 todos os dias em seis sessões rotativas de leaderboard. A medida consolida o CoinRaces como um gerador de valor de longo prazo para jogadores de cash game, oferecendo seis chances diárias de vitória por meio de reinícios a cada quatro horas, funcionando 24 horas por dia.

Com dois níveis de buy-in, acompanhamento em tempo real e pagamentos rápidos, o CoinRaces oferece altas recompensas para jogadores de cash game em todos os níveis.

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O que são os CoinRaces?

Os CoinRaces são leaderboards de cash game de 4 horas da CoinPoker, projetados tanto para grinders quanto para jogadores com tempo limitado.

Os CoinRaces são reiniciados a cada quatro horas, criando seis corridas de leaderboard por dia. A página oficial também exibe uma contagem regressiva ao vivo, garantindo que os participantes saibam exatamente quando a próxima corrida começa. Isso permite que os jogadores planejem melhor suas sessões e maximizem o valor.

Os jogadores são inscritos automaticamente ao jogar cash games com dinheiro real de No-Limit Hold’em, Pot-Limit Omaha ou PLO5. Não é necessário opt-in, e os leaderboards são atualizados a cada 60 segundos.

Quando uma corrida termina, os pagamentos são processados automaticamente em até 72 horas.

CoinRaces de US$ 15.000 se tornam uma promoção diária permanente

Após forte participação e feedback positivo durante períodos promocionais recentes, a CoinPoker decidiu tornar o CoinRaces de US$ 15.000 uma promoção permanente a partir de 1º de março.

Ao transformar o CoinRaces em um recurso fixo, a CoinPoker se afasta de incentivos de curto prazo e reforça seu foco em recompensas sustentáveis para os jogadores.

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Agora, os jogadores de cash game podem contar com valor diário previsível, seja jogando em tempo integral ou participando de apenas uma sessão de quatro horas.

O formato permanente também permite que os jogadores planejem suas sessões de forma estratégica, escolhendo janelas específicas de leaderboard com base na concorrência, fuso horário ou limites preferidos.

Seis chances de ganhar todos os dias

Os CoinRaces são divididos em seis leaderboards de quatro horas, garantindo oportunidades contínuas de competir ao longo do dia.

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Os prêmios variam conforme o horário para refletir o tráfego de jogadores, equilibrando acessibilidade com recompensas mais altas nos horários de pico.

Cronograma dos CoinRaces

Período (UTC) Leaderboard US$ 11.250 Leaderboard US$ 3.750
00:00 – 04:00 US$ 1.625 US$ 565
04:00 – 08:00 US$ 1.250 US$ 375
08:00 – 12:00 US$ 1.625 US$ 565
12:00 – 16:00 US$ 2.250 US$ 750
16:00 – 20:00 US$ 2.250 US$ 750
20:00 – 00:00 US$ 2.250 US$ 750

Os horários de pico apresentam prêmios maiores, enquanto as janelas fora de pico oferecem forte valor para jogadores que buscam uma competição mais acessível.

Dois leaderboards para uma competição mais justa

Os CoinRaces são divididos em dois níveis para garantir recompensas justas em todos os limites:

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Leaderboard US$ 11.250

  • NLHE, PLO e PLO5 com buy-ins de US$ 100 ou mais
  • Mesas heads-up excluídas
  • Top 10 colocados recebem prêmio

Leaderboard US$ 3.750

  • NLHE, PLO e PLO5 com buy-ins de até US$ 50
  • Mesas heads-up excluídas
  • Top 15 colocados recebem prêmio

Essa estrutura garante que todos os limites sejam tratados de forma equilibrada.

Pagamentos do CoinRaces

Pagamentos do Leaderboard US$ 11.250

Posição Pool US$ 1.250 Pool US$ 1.625 Pool US$ 2.250
US$ 275 US$ 375 US$ 500
US$ 185 US$ 250 US$ 325
US$ 150 US$ 185 US$ 250
US$ 130 US$ 155 US$ 220
US$ 115 US$ 140 US$ 200
US$ 100 US$ 125 US$ 180
US$ 85 US$ 110 US$ 165
US$ 75 US$ 100 US$ 150
US$ 70 US$ 95 US$ 135
10º US$ 65 US$ 90 US$ 125

Pagamentos do Leaderboard US$ 3.750

Posição Pool US$ 375 Pool US$ 565 Pool US$ 750
US$ 95 US$ 125 US$ 185
US$ 60 US$ 85 US$ 115
US$ 45 US$ 60 US$ 80
US$ 30 US$ 50 US$ 65
US$ 25 US$ 45 US$ 50
US$ 25 US$ 40 US$ 45
US$ 20 US$ 30 US$ 40
US$ 20 US$ 25 US$ 30
US$ 15 US$ 25 US$ 30
10º US$ 15 US$ 20 US$ 25
11º–15º US$ 5–15 US$ 5–20 US$ 10–25

Como os CoinRaces funcionam

  • Jogos: Todos os cash games com dinheiro real de NLHE, PLO e PLO5
  • Formato: Seis reinícios de leaderboard de quatro horas por dia
  • Acompanhamento: Leaderboards ao vivo atualizados a cada 60 segundos
  • Pagamentos: Enviados via CoinPoker P2P em até 72 horas
  • Exclusões: Mesas heads-up não são incluídas

Não é necessário cadastro. Os jogadores simplesmente jogam cash games elegíveis para ganhar pontos no leaderboard.

Sobre a CoinPoker

A CoinPoker é uma plataforma líder de pôquer online, criada por jogadores para jogadores. O site coloca forte ênfase em justiça e segurança. Isso é alcançado por meio do uso de tecnologia blockchain e aplicação rigorosa contra bots de pôquer e conluio.

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A atualização recente do produto introduziu Recompensas Personalizadas para cash games a partir de US$ 25/US$ 50, além de uma oferta expandida de mesas 6-max e limites de rake reduzidos, projetados para manter os jogos sustentáveis. A CoinPoker também hospeda alguns dos maiores cash games online disponíveis, bem como o Cash Game World Championship (CGWC).

A ação fala por si: Kayhan Mokri recentemente ganhou dois potes que somaram mais de US$ 1 milhão em uma única semana nas novas mesas de US$ 2.500/US$ 5.000 da plataforma.

A CoinPoker aceita depósitos em criptomoedas e moedas fiduciárias e atende jogadores de pôquer em todo o mundo.

Promoções ativas da CoinPoker para jogadores de pôquer

Cash Game World Championship (CGWC): Cash games sem rake, US$ 100 mil em prêmios adicionados
Bônus de Boas-Vindas: 150% até US$ 2.000 no primeiro depósito
33% Rakeback: Rakeback fixo desde a primeira mão

Aviso: Este artigo tem funcionalidade exclusivamente informativa, e não constitui aconselhamento de investimento ou oferta para investir. O CriptoFácil não é responsável por qualquer conteúdo, produtos ou serviços mencionados neste artigo.

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Produtos regulados de criptomoedas voltaram ao centro do debate após a consolidação dos ETFs de Bitcoin nos EUA, que já acumulam fluxos bilionários desde 2024. O Bitcoin opera a US$88.117 nesta terça-feira, em alta de 1,76% na projeção para o curto prazo, enquanto o mercado observa possíveis expansões para altcoins. Esse movimento ocorre em um momento de consolidação técnica do BTC, com impacto direto sobre o apetite institucional por novos produtos.

O pano de fundo é um mercado mais maduro, no qual ETFs passaram de experimento a infraestrutura financeira. Para investidores brasileiros, a leitura é clara: quando capital regulado entra, a volatilidade tende a diminuir e a liquidez aumenta, afetando preços também nas exchanges locais.

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O avanço dos ETFs de Bitcoin abriu caminho para um debate mais amplo sobre quais ativos podem seguir a mesma trilha. Entre eles, o XRP aparece com frequência em relatórios e análises de mercado, apesar de ainda não contar com um ETF spot aprovado.

O que está por trás da nova onda de ETFs cripto?

ETFs são fundos negociados em bolsa que permitem exposição a um ativo sem a custódia direta, algo crucial para investidores institucionais. No caso do Bitcoin, a aprovação nos EUA em janeiro de 2024 destravou uma demanda reprimida, levando o preço a patamares acima de US$90.000 ao longo de 2025.

Atualmente, o BTC consolida entre US$83.000 e US$89.000, com suporte técnico relevante em US$86.000, região próxima à média móvel de 720 dias. O RSI diário gira em torno de 48 pontos, sinalizando neutralidade, enquanto o MACD permanece levemente negativo, refletindo um canal de baixa ativo desde 13 de janeiro.

Como produtos regulados podem impactar o XRP?

O interesse no XRP está ligado à sua narrativa de uso institucional e pagamentos transfronteiriços. A regulação do XRP em mercados como o Japão fortalece a tese de que o ativo pode se beneficiar de maior clareza regulatória, pré-requisito para qualquer ETF.

No on-chain, o supply de XRP em exchanges permanece estável, indicando ausência de pressão vendedora significativa. Movimentos de grandes carteiras, as chamadas baleias, também diminuíram nas últimas semanas, o que sugere uma fase de espera por catalisadores mais claros.

Para o investidor brasileiro, isso significa que eventuais anúncios de produtos regulados podem gerar reprecificação rápida. O histórico do Bitcoin mostra que fluxos institucionais tendem a antecipar movimentos de preço, antes mesmo de impactos visíveis no varejo.

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Riscos e limites da tese institucional

Apesar do otimismo, ainda não há dados concretos sobre ETFs de XRP em aprovação ou lançamento. Diferente do Bitcoin e do Ethereum, que já contam com produtos negociados, o XRP enfrenta desafios regulatórios em jurisdições-chave.

Além disso, a consolidação do BTC abaixo da resistência entre US$97.900 e US$116.000 limita o apetite por risco em altcoins. Caso o Bitcoin perca o suporte de US$83.000, o cenário pode mudar rapidamente, afetando todo o mercado.

Em síntese, os ETFs redefiniram o papel das criptomoedas no sistema financeiro tradicional, e o XRP surge como um candidato natural a essa próxima fase. No entanto, para investidores brasileiros, a estratégia exige cautela: acompanhar níveis técnicos do Bitcoin e sinais regulatórios será decisivo antes de qualquer posicionamento mais agressivo.

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Referências externas ajudam a contextualizar o momento, como análises de suporte e fundo de mercado em níveis técnicos recentes do Bitcoin e projeções de preço que apontam resistências mais longas em zonas acima de US$100 mil.

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