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Fila de saída do Ethereum zera e staking pressiona oferta de ETH

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A fila de saída de validadores do Ethereum caiu para zero pela primeira vez desde meados de 2025, sinalizando uma reversão estrutural no mercado de staking. O ETH era negociado a US$ 3.290 nesta terça-feira, com alta de 1,8% nas últimas 24h, mesmo ainda 33% abaixo do topo histórico de US$ 4.946 registrado em agosto de 2025. O movimento ocorre em meio à crescente demanda institucional por rendimento on-chain e à narrativa de escassez de oferta no mercado à vista.

Dados da Beaconcha.in mostram que, enquanto ninguém espera para sair, mais de 2,6 milhões de ETH aguardam na fila de entrada, o equivalente a cerca de US$ 8,5 bilhões aos preços atuais. Para investidores brasileiros, isso importa porque ETH em staking fica indisponível para venda, reduzindo a pressão de oferta e potencialmente sustentando preços no médio prazo.

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O contexto macro segue desafiador, com juros globais ainda elevados, mas o Ethereum se diferencia ao oferecer rendimento anualizado em torno de 2,8%, atraente frente a ativos sem yield.

O que significa a fila de saída do Ethereum zerar?

No Ethereum proof-of-stake, validadores que desejam retirar seus ETH precisam entrar em uma fila de saída, que limita quantos podem sair por dia. Quando essa fila zera, significa que praticamente ninguém está interessado em desfazer posições de staking, um sinal claro de confiança no ativo.

Segundo Cryptonews, a fila de saída chegou a 2,67 milhões de ETH em setembro de 2025, mas despencou para zero em janeiro de 2026. Ao mesmo tempo, a fila de entrada saltou mais de cinco vezes em um mês, pressionando o tempo de espera para cerca de 45 dias.

Esse movimento reforça o recorde de staking no Ethereum, com aproximadamente 36,1 milhões de ETH travados, quase 29% da oferta circulante.

Oferta mais apertada muda a dinâmica de preço do ETH

Com menos ETH disponível em exchanges — reservas estão em mínimas de quase 10 anos — a dinâmica de oferta fica mais restritiva. Dados da Santiment indicam que 46,5% do supply total já está em contratos de staking, o equivalente a 77,85 milhões de ETH, avaliados em cerca de US$ 256 bilhões.

Institucionais lideram esse fluxo. A BitMine Immersion Technologies, presidida por Tom Lee, adicionou mais de 1,25 milhão de ETH ao staking recentemente, segundo AInvest. Esse tipo de movimento ajuda a explicar a pressão na fila de validadores.

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No gráfico, o ETH consolida acima da média móvel de 200 dias, em torno de US$ 3.050. O RSI diário está em 58, indicando momentum positivo sem sinal de sobrecompra, enquanto o MACD segue acima da linha de sinal, reforçando viés altista de curto prazo.

Quais os riscos dessa leitura otimista?

Apesar do cenário construtivo, o ETH ainda enfrenta resistência forte na faixa de US$ 3.450 a US$ 3.500. Uma perda do suporte em US$ 3.100 pode abrir espaço para correções mais profundas, especialmente se o apetite por risco global diminuir.

Além disso, rendimentos de staking tendem a cair à medida que mais ETH entra no sistema, o que pode reduzir a atratividade marginal para novos participantes. Para o investidor brasileiro, isso reforça a importância de acompanhar tanto preço quanto métricas on-chain.

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Se a fila de saída permanecer zerada e a entrada continuar elevada, o Ethereum reforça sua tese de ativo produtivo com oferta cada vez mais restrita. Esse equilíbrio entre yield e escassez pode ser um dos principais vetores de preço do ETH ao longo de 2026.

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Bitwise entra na corrida por ETF de Sui e SUI reage

ETF SUI

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A Bitwise protocolou um pedido de ETF spot de Sui junto à SEC dos Estados Unidos, ampliando a ofensiva institucional sobre altcoins. Após a notícia, o token SUI acumulou alta de 38% em janeiro e foi negociado próximo de US$1,95, com volatilidade diária acima de 10%. O movimento ocorre em meio à rotação de capital para produtos regulados de altcoins, mesmo com saídas líquidas de ETFs de Bitcoin e Ethereum.

Nas últimas 24 horas, o SUI variou entre US$1,82 e US$1,97, com volume diário que chegou a US$1,8 bilhão, sinalizando interesse especulativo elevado. No cenário macro, gestores aceleram pedidos de ETFs alternativos enquanto o mercado busca novas narrativas além do BTC, que consolida abaixo de US$90.000.

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Para investidores brasileiros, o avanço institucional tende a aumentar liquidez global do ativo, mas também eleva a sensibilidade do preço a decisões regulatórias nos EUA.

O que está por trás do pedido de ETF de Sui?

O pedido da Bitwise prevê um ETF spot que manteria SUI diretamente em custódia, oferecendo exposição regulada sem a necessidade de autocustódia. Segundo Yahoo Finance, a gestora já expandiu produtos além de Bitcoin e Ethereum, mirando Solana, XRP e agora Sui.

A Sui é uma blockchain de camada 1 baseada na linguagem Move, desenvolvida por ex-engenheiros da Meta, e já processou mais de 1,2 bilhão de transações desde 2023. O diferencial técnico é a execução paralela, que melhora escalabilidade — métrica relevante para investidores que avaliam uso real da rede.

Esse contexto se conecta à estratégia mais ampla dos ETFs de altcoins da Bitwise, que aguardam decisão da SEC ao longo de 2026.

Demanda institucional sustenta preço e métricas on-chain

Dados on-chain mostram o TVL da rede Sui acima de US$1,04 bilhão, reforçando crescimento do ecossistema DeFi. De acordo com a WorldCoinIndex, gestoras como Grayscale e 21Shares ampliaram exposição ao ativo desde 2025.

No gráfico diário, o SUI opera acima das médias móveis de 50 e 200 períodos, com RSI em 68 pontos, próximo da zona de sobrecompra. O MACD segue positivo, mas com perda de inclinação, sugerindo possível consolidação entre US$1,80 (suporte) e US$2,05 (resistência).

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Para traders, a manutenção acima de US$1,80 indica força compradora; já um rompimento consistente de US$2,05 pode abrir espaço para teste da máxima anual.

Quais são os riscos para quem olha o SUI agora?

Apesar do otimismo, a aprovação do ETF não é garantida. A SEC historicamente aplica maior rigor a ativos além do Bitcoin, e o processo pode levar meses, com emendas ao pedido. Além disso, episódios técnicos recentes da blockchain Sui lembram que riscos operacionais ainda existem.

Outro ponto é a volatilidade: com RSI elevado e volume intenso, correções de curto prazo são comuns. Investidores brasileiros devem considerar gestão de risco e exposição proporcional ao perfil.

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Em síntese, o pedido de ETF da Bitwise reforça a narrativa de institucionalização do SUI e sustenta o preço no curto prazo. O próximo catalisador será regulatório, e até lá o ativo tende a alternar entre consolidação e movimentos bruscos, exigindo atenção redobrada aos níveis técnicos.

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State Street avança em tokenização e reforça entrada da TradFi

State Street

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A State Street, uma das maiores custodiante globais, reportedly planeja lançar uma nova suíte de produtos financeiros tokenizados, ampliando a presença da TradFi no ecossistema cripto. O movimento ocorre em um momento em que ativos do mundo real (RWAs) tokenizados já somam cerca de US$ 6,75 bilhões em valor de mercado, segundo dados recentes do setor. A iniciativa se insere em uma tendência macro de digitalização financeira, impulsionada por demanda institucional e busca por eficiência operacional.

Embora a notícia não tenha provocado reação direta nos preços de criptomoedas nas últimas 24h, tokens ligados à infraestrutura de RWAs mantêm desempenho superior ao mercado, com alta média de 7,4% na semana. O setor segue resiliente mesmo com o Bitcoin consolidando próximo a US$ 43.200, variação de +1,2% em 24h, refletindo apetite seletivo por narrativas institucionais.

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Esse pano de fundo reforça a percepção de que a tokenização avança independentemente da volatilidade de curto prazo do mercado cripto, ancorada em decisões estratégicas de grandes instituições financeiras.

O que está por trás da ofensiva da State Street em ativos tokenizados?

Na prática, a State Street pretende oferecer produtos como fundos de mercado monetário (MMFs), ETFs, depósitos tokenizados e até stablecoins próprias em infraestrutura blockchain. Para o leitor menos técnico, tokenizar significa representar ativos tradicionais em blockchain, permitindo liquidação mais rápida, menor custo operacional e maior transparência.

A relevância da State Street está na escala: a instituição administra US$ 51,7 trilhões em ativos sob custódia e US$ 5,4 trilhões em AUM. Quando um player desse porte se move, ele valida o modelo e acelera a adoção por outros gigantes financeiros tradicionais.

Esse avanço dialoga com a expansão dos produtos tokenizados, que já incluem Treasuries, crédito privado e fundos, reduzindo a distância entre finanças tradicionais e blockchain.

Institucionais apostam pesado em RWAs e mudam o jogo

Segundo pesquisa da própria State Street, mais de 50% dos investidores institucionais esperam tokenizar entre 10% e 24% de seus portfólios até 2030. Hoje, cerca de um terço do mercado de RWAs tokenizados é representado pelo fundo BUIDL da BlackRock, conforme dados da Investopedia.

Outros bancos, como Goldman Sachs e BNY Mellon, também avançam em MMFs tokenizados, enquanto a BlackRock expande o uso do BUIDL como colateral on-chain. Esse movimento aumenta liquidez e cria novas oportunidades de yield para investidores sofisticados.

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Para traders, isso importa porque a infraestrutura de RWAs tende a elevar volumes on-chain e demanda por blockchains focadas em segurança e compliance, alterando o equilíbrio competitivo do setor.

Quais são os riscos e o impacto para investidores brasileiros?

Apesar do avanço institucional, o cenário regulatório segue como principal risco. No Brasil, o Banco Central anunciou regras mais duras para ativos virtuais a partir de fevereiro de 2026, elevando exigências de compliance e governança, segundo a Reuters.

Isso pode limitar a oferta local de produtos tokenizados ou encarecer sua estrutura, afetando o acesso do investidor brasileiro. Por outro lado, maior clareza regulatória tende a atrair instituições e reduzir riscos sistêmicos.

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O contraponto é que a tokenização ainda depende de infraestrutura interoperável e liquidez consistente; sem isso, parte do entusiasmo pode não se traduzir em adoção prática no curto prazo.

No balanço final, a entrada mais profunda da State Street reforça a narrativa de que a tokenização deixou de ser experimento e virou estratégia central da TradFi. Para investidores brasileiros, acompanhar RWAs e regulação será tão importante quanto olhar gráficos de preço, já que o próximo ciclo pode ser definido menos por hype e mais por integração financeira real.

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Baleia de Bitcoin move US$ 84 milhões após 12 anos e mercado reage

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Uma baleia de Bitcoin supostamente reativou uma carteira dormente por mais de 12 anos e moveu 909 BTC, hoje avaliados em US$ 84 milhões, para um novo endereço. O movimento chamou atenção do mercado enquanto o BTC era negociado perto de US$ 92.000, com leve alta de 0,8% nas últimas 24h. A ativação ocorre em um contexto de preços elevados desde 2025, quando o Bitcoin passou a atrair novamente carteiras antigas com grandes ganhos não realizados.

O que aconteceu com a carteira dormente de Bitcoin?

Segundo dados rastreados por Whale Alert e Lookonchain, a carteira acumulou BTC em 2013, quando o preço era inferior a US$ 7. Isso representa um ganho não realizado superior a 13.000%, ilustrando por que movimentos desse tipo geram receio de pressão vendedora.

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Importante destacar que os 909 BTC não foram enviados para exchanges, o que reduz, por ora, o risco imediato de venda. Em termos simples, a transferência pode ser apenas uma consolidação de segurança, prática comum entre baleias de criptomoedas após longos períodos de inatividade.

Como o mercado de Bitcoin reagiu no curto prazo?

No momento do movimento on-chain, o Bitcoin operava a US$ 92.000, acumulando alta de 3,4% nos últimos 7 dias e avanço de cerca de 68% em 12 meses. O volume diário ficou próximo de US$ 28 bilhões, indicando liquidez suficiente para absorver ruídos pontuais sem grandes distorções de preço.

No gráfico diário, o RSI está em 58 pontos, sinalizando força moderada sem sobrecompra. O MACD segue positivo, com histograma em expansão, enquanto o preço se mantém acima das médias móveis de 50 dias (US$ 88.500) e 200 dias (US$ 74.200). Os principais suportes estão em US$ 90.000 e US$ 85.000, com resistência relevante em US$ 95.000.

O que isso significa para investidores brasileiros?

Para quem investe no Brasil, esse tipo de evento funciona mais como alerta do que como gatilho de venda. Historicamente, grandes ativações de carteiras antigas só impactam o preço quando os BTC chegam às exchanges, o que ainda não ocorreu neste caso.

Além disso, o pano de fundo segue construtivo, com fluxo institucional via ETFs de Bitcoin e crescimento do uso do ativo em estruturas de Bitcoin institucional. Esses fatores ajudam a compensar eventuais vendas pontuais de baleias.

Quais são os riscos e o contraponto?

O principal risco é uma mudança rápida de cenário caso esses BTC sejam enviados para corretoras, o que poderia aumentar a oferta no curto prazo. Em 2025, mais de 62.800 BTC saíram de carteiras com mais de sete anos de idade, alta de 121% em relação ao primeiro trimestre de 2024, segundo dados compilados pelo MarketWatch.

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Por outro lado, o histórico mostra que nem toda ativação resulta em venda. Para traders, o mais prudente é monitorar o fluxo para exchanges e respeitar os níveis técnicos citados, evitando decisões baseadas apenas em manchetes.

Em síntese, a movimentação da baleia adiciona volatilidade de curto prazo, mas não altera a estrutura principal do mercado. Enquanto o Bitcoin se mantiver acima de US$ 90.000 e sem influxo desses BTC em exchanges, o episódio tende a ficar mais no campo do ruído do que de uma reversão de tendência.

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XRP domina volume na Coreia do Sul e reforça força regional

XRP domina volume na Coreia do Sul

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O XRP reportedly liderou o volume de negociações na Coreia do Sul em 2025, superando US$ 1 trilhão movimentados e deixando Bitcoin e Ethereum para trás nas principais exchanges locais. O movimento ocorre enquanto o preço do ativo consolida acima de US$ 2,70, com alta de 3,2% nas últimas 24 horas e avanço de 18,6% em sete dias. O dado reforça a narrativa de força regional em um mercado global ainda marcado por rotação de capital entre grandes altcoins.

Nas últimas 24 horas, o volume global do XRP ultrapassou US$ 9,4 bilhões, com a Coreia do Sul respondendo por até 22,39% desse total. Esse comportamento não é novo, mas a magnitude atual chama atenção em um momento de maior participação institucional e busca por liquidez profunda fora do eixo EUA-Europa.

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Para investidores brasileiros, o dado importa porque fluxos regionais concentrados tendem a amplificar volatilidade e influenciar formação de preço em pares globais, inclusive em exchanges usadas no Brasil.

O que explica a dominância do XRP nas exchanges sul-coreanas?

Na prática, exchanges como Upbit e Bithumb concentram uma base de traders altamente ativa em altcoins, com preferência histórica pelo XRP. Segundo CryptoTimes, a Upbit registrou mais de US$ 564 milhões em volume em 24h, sendo 16,04% apenas em XRP.

Em picos extremos, o volume horário chegou a US$ 1,94 bilhão em XRP na Upbit, superando momentaneamente BTC e ETH. Além disso, dados do CryptoRank indicam que a Upbit mantém quase o dobro das reservas de XRP da Binance, aumentando a liquidez local.

Esse padrão se conecta tanto à percepção de regulação do XRP quanto à expansão de casos de uso, incluindo iniciativas de XRP no DeFi.

Impactos técnicos e implicações para o mercado global

Do ponto de vista técnico, o XRP negocia acima das médias móveis de 50 e 200 períodos no gráfico diário, em US$ 2,48 e US$ 2,12, respectivamente. O RSI em 62 pontos indica força compradora sem entrar em zona de sobrecompra, enquanto o MACD permanece positivo, sugerindo continuidade do movimento.

Os principais suportes estão em US$ 2,55 e US$ 2,32, enquanto a resistência imediata aparece em US$ 2,96 — máxima recente destacada por CoinEdition. Um rompimento sustentado desse nível pode atrair ainda mais fluxo especulativo.

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Para o mercado global, a concentração de volume em uma única região aumenta eficiência de preço, mas também cria dependência de humor local, algo que traders brasileiros precisam monitorar ao operar pares internacionais.

Quais são os riscos dessa concentração de volume?

Apesar da força aparente, concentração excessiva de liquidez traz riscos. Mudanças regulatórias no mercado sul-coreano de criptomoedas ou restrições operacionais em grandes exchanges podem gerar quedas abruptas de volume e pressão vendedora.

Além disso, dados on-chain mostram que o supply de XRP em exchanges globais subiu 1,8% no último mês, sinalizando potencial aumento de oferta. Movimentos de baleias acima de 10 milhões de XRP também cresceram, o que historicamente antecede períodos de maior volatilidade.

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Em síntese, o domínio do XRP na Coreia do Sul reforça sua relevância como ativo de alta liquidez, mas exige leitura cuidadosa de risco. Para investidores brasileiros, acompanhar fluxos regionais e níveis técnicos será crucial para navegar os próximos movimentos do mercado.

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China reduz Treasuries ao menor nível desde 2008 e reacende tese pró-Bitcoin

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A China reduziu suas posições em títulos do Tesouro dos EUA para US$ 682,6 bilhões em novembro, o menor nível desde 2008, após vender US$ 6,1 bilhões no mês, segundo dados do Departamento do Tesouro americano. O movimento ocorre enquanto o Bitcoin consolida acima de US$ 96.000, com alta de 3,4% nos últimos 7 dias e volume diário próximo de US$ 28 bilhões. O pano de fundo reforça a narrativa de diversificação de reservas globais em meio ao crescimento da dívida dos EUA, que já soma US$ 38,6 trilhões.

O que está por trás da redução chinesa de Treasuries?

Em termos simples, Pequim está diminuindo a exposição a ativos denominados em dólar e aumentando a diversificação de suas reservas. Em 2025, a China já reduziu mais de 10% de suas posições em Treasuries, caindo de cerca de US$ 760 bilhões no início do ano para os atuais US$ 682,6 bilhões, segundo Global Times.

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Ao mesmo tempo, o Banco Popular da China (PBoC) acumula ouro há 14 meses consecutivos, atingindo 74,15 milhões de onças — cerca de 5% das reservas totais. A estratégia busca reduzir riscos geopolíticos e dependência de ativos controlados pelos EUA, algo que dialoga com o avanço de Treasuries tokenizados e outras alternativas financeiras.

Como isso impacta o mercado cripto global?

A diminuição estrutural da demanda chinesa por Treasuries tende a pressionar o dólar no longo prazo e fortalecer a busca por reservas alternativas. Para o mercado cripto, isso reforça a tese do Bitcoin como ativo não soberano e escasso, frequentemente comparado ao ouro digital. Não por acaso, o BTC mantém dominância de 52% do mercado, com capitalização acima de US$ 1,9 trilhão.

Do ponto de vista técnico, o Bitcoin opera acima das médias móveis de 50 e 200 dias, em US$ 92.300 e US$ 78.500, respectivamente. O RSI diário está em 58 pontos, sinalizando força moderada sem sobrecompra, enquanto o MACD segue positivo, indicando viés altista de curto prazo. Suportes relevantes aparecem em US$ 93.000 e US$ 88.500, com resistência imediata em US$ 98.000.

O que isso significa para investidores brasileiros?

Para o investidor no Brasil, o movimento da China adiciona pressão estrutural sobre o sistema financeiro baseado no dólar. Em cenários de desdolarização gradual, ativos globais como ouro e Bitcoin tendem a ganhar relevância como reserva de valor, especialmente em países historicamente sensíveis a ciclos cambiais.

Esse contexto também se conecta ao debate sobre política monetária dos EUA e seus efeitos sobre liquidez global. Juros mais baixos no futuro poderiam amplificar fluxos institucionais para criptoativos, beneficiando quem já constrói posição de forma gradual.

Riscos e contrapontos à narrativa pró-Bitcoin

Apesar da leitura construtiva, é importante separar narrativa de causalidade direta. A China não sinalizou oficialmente qualquer intenção de adotar Bitcoin como reserva, e grande parte da diversificação segue concentrada em ouro. Além disso, Japão e Reino Unido aumentaram suas posições em Treasuries, com o Reino Unido superando a China como segundo maior detentor, segundo o Financial Times.

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No curto prazo, o preço do Bitcoin segue sensível a dados macro dos EUA, inflação e decisões do Fed. Volatilidade permanece elevada, e quedas até a região de US$ 90.000 não podem ser descartadas sem quebra da estrutura de alta.

Em síntese, a redução histórica das reservas chinesas em Treasuries reforça uma tendência de diversificação global que sustenta o apelo de ativos escassos. Para investidores brasileiros, o movimento não é um gatilho imediato, mas um sinal macro relevante para quem pensa em proteção de longo prazo e alocação estratégica em criptoativos.

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Credora dos EUA aceita Bitcoin em hipotecas e agita mercado

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A Newrez, uma das cinco maiores financiadoras imobiliárias dos Estados Unidos, anunciou que passará a aceitar Bitcoin, Ethereum e stablecoins como ativos de qualificação para hipotecas a partir de fevereiro. Após a notícia, o Bitcoin manteve-se acima de US$ 96.500, com alta de 1,8% em 24h, enquanto o Ethereum avançou 2,4% no mesmo período, segundo dados de mercado. O movimento ocorre em meio à consolidação do mercado cripto acima de US$ 3 trilhões em valor de mercado, reforçando a narrativa de institucionalização.

O volume diário do BTC girou em torno de US$ 28 bilhões, indicando reação moderada, mas consistente, à novidade. Tecnicamente, o ativo segue acima das médias móveis de 50 e 200 dias, em US$ 94.200 e US$ 88.600, respectivamente. O contexto macro envolve maior abertura regulatória nos EUA e crescente pressão para integrar cripto ao sistema financeiro tradicional.

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Para investidores brasileiros, a notícia importa porque sinaliza um precedente que pode influenciar bancos e fintechs locais na avaliação de patrimônio cripto. Em um mercado onde muitos ainda enfrentam dificuldade para comprovar renda ou patrimônio, esse reconhecimento pode mudar a dinâmica de crédito no médio prazo.

O que muda quando cripto entra no crédito imobiliário?

Na prática, a Newrez permitirá que clientes utilizem BTC, ETH, ETFs spot aprovados pela SEC e stablecoins lastreadas em dólar como parte do cálculo patrimonial para hipotecas. Segundo a própria empresa, os ativos precisam estar custodiados em exchanges reguladas nos EUA ou instituições supervisionadas, reduzindo riscos operacionais.

A Newrez originou US$ 44,5 bilhões em financiamentos até setembro de 2025, o que dá peso sistêmico à decisão. Diferente de fintechs menores, como a Milo, esta é a primeira vez que um credor do top 5 adota cripto formalmente. Isso reforça a aceitação de pagamentos com stablecoins e ativos digitais em serviços financeiros tradicionais.

Newrez cria precedente institucional para cripto

O anúncio segue uma diretriz federal recente que orientou Fannie Mae e Freddie Mac a reconhecerem cripto nos processos de aprovação de crédito. De acordo com a Nasdaq, a medida reflete a crescente participação de investidores jovens com patrimônio concentrado em ativos digitais.

Do ponto de vista de mercado, o impacto é estrutural, não imediato. On-chain, o supply de BTC em exchanges segue em queda, em torno de 11,8%, o menor nível em cinco anos, indicando preferência por custódia de longo prazo. Isso reduz pressão vendedora e sustenta suportes importantes em US$ 95.000 e US$ 92.000.

Além disso, a integração de ETFs spot como ativos elegíveis conecta o crédito imobiliário à demanda institucional, tema recorrente na expansão de ativos reais tokenizados. Para o investidor brasileiro, isso reforça a tese de que cripto está migrando de ativo especulativo para componente patrimonial.

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Quais são os riscos e limitações dessa adoção?

Apesar do avanço, há limites claros. A volatilidade do BTC, com variação anual ainda acima de 45%, exige critérios conservadores de avaliação e margem de segurança. Um recuo abaixo de US$ 92.000 poderia invalidar a leitura técnica atual e reacender cautela institucional.

Além disso, a exigência de custódia em plataformas reguladas exclui parte dos investidores que usam autocustódia. Segundo a Cointelegraph, o programa não permite usar ativos em DeFi, limitando o alcance da iniciativa.

No balanço geral, a decisão da Newrez não muda o preço do Bitcoin da noite para o dia, mas fortalece a infraestrutura que sustenta ciclos de alta mais maduros. Para investidores brasileiros, o sinal é claro: cripto está cada vez mais integrada ao sistema financeiro global, e ignorar esse movimento pode custar oportunidades no longo prazo.

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Bitcoin ultrapassa 100 milhões de Ordinals e vira potência em NFTs

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O Bitcoin superou a marca de 100 milhões de inscrições Ordinals, consolidando-se silenciosamente como uma das maiores redes de NFTs do mercado, mesmo com a perda do hype inicial. No mercado à vista, o BTC opera em consolidação perto de US$ 93.200, com queda de 2% nas últimas 24h e avanço de 1,16% em 7 dias, segundo dados agregados de corretoras. O movimento ocorre em um momento em que o Bitcoin busca novas fontes de demanda on-chain em meio à maturação do ciclo pós-ETF.

O que são Ordinals e por que eles voltaram ao radar?

Ordinals são inscrições de dados diretamente em satoshis, a menor unidade do Bitcoin, permitindo a criação de NFTs nativos na rede. Na prática, isso aumenta a demanda por blockspace, elevando taxas de transação e diversificando o uso do Bitcoin além da função de reserva de valor.

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Segundo dados do The BitTimes, o volume total de vendas de NFTs no Bitcoin já supera US$ 5,5 bilhões, colocando a rede como a terceira maior do setor, atrás apenas de Ethereum e Solana. Em alguns dias recentes, Ordinals representaram 54% de todas as transações on-chain, de acordo com reportagem do Investing.com.

Demanda por blockspace reforça taxas e muda o jogo para mineradores

A retomada da atividade é visível nos números recentes: em 14 de julho, o volume diário de Ordinals atingiu US$ 11,5 milhões, o maior nível desde dezembro de 2024, segundo The HODL Times. No acumulado semanal, o volume saltou 116%, totalizando US$ 25,8 milhões, com mais de 8.000 compradores ativos.

Para mineradores, isso importa diretamente. Com o halving já precificado, taxas de transação voltam a representar uma fatia relevante da receita, reduzindo a dependência exclusiva do subsídio por bloco. Para investidores brasileiros, maior competição por espaço na rede pode significar custos mais altos para transferências em momentos de pico.

Riscos: NFTs no Bitcoin são tendência sustentável?

Apesar dos números robustos, o histórico mostra que a atividade de Ordinals é cíclica e sensível a custos de transação. Se as taxas subirem demais, usuários podem migrar novamente para redes como Ethereum e Solana, que somam US$ 45 bilhões e US$ 6,3 bilhões em vendas de NFTs, respectivamente.

Além disso, o aumento de dados on-chain pressiona o tamanho da blockchain, reacendendo debates técnicos e ideológicos dentro da comunidade Bitcoin.

No saldo final, os mais de 100 milhões de Ordinals mostram que o Bitcoin está longe de ser uma rede estática. Para investidores brasileiros, o avanço dos NFTs reforça a tese de diversificação de uso do BTC, mas também exige atenção redobrada a taxas, congestionamento e impactos indiretos no preço no médio prazo.

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Ripple integra RLUSD à LMAX e reforça aposta institucional

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A Ripple anunciou a integração do stablecoin RLUSD à infraestrutura de negociação da LMAX Group, uma das maiores plataformas institucionais do mundo. Após a notícia, o XRP oscilou entre US$ 2,08 e US$ 2,18 nas últimas 24h, com volume de US$ 5,16 bilhões e market cap de US$ 130 bilhões. O movimento ocorre em meio à crescente demanda institucional por stablecoins reguladas e eficientes em capital.

No acumulado de 7 dias, o XRP recua 1,4%, mas ainda sobe 38% em 2026 (YTD), refletindo um mercado que precifica avanços regulatórios e adoção institucional de longo prazo. Para investidores brasileiros, o dado-chave é a liquidez: integrações desse porte tendem a reduzir spreads e aumentar profundidade de mercado ao longo do tempo.

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A integração acontece enquanto o setor de stablecoins disputa espaço em um mercado que pode atingir US$ 56 trilhões até 2030, segundo estimativas recentes, elevando a competição entre USDT, USDC, PYUSD e agora o RLUSD.

O que muda com o RLUSD dentro da LMAX?

Na prática, a LMAX passará a usar o RLUSD como colateral central em sua infraestrutura multiativos, permitindo que bancos, corretoras e fundos utilizem o stablecoin para margem e liquidação em cripto, futuros perpétuos, CFDs e até FX. A LMAX movimentou US$ 8,2 trilhões em volume institucional em 2025, o que dimensiona o alcance potencial dessa integração.

Segundo comunicado oficial da LMAX, a Ripple também aportará US$ 150 milhões para expandir essa infraestrutura. O RLUSD já supera US$ 1 bilhão em market cap, com 38.166 holders e volume mensal de US$ 5,05 bilhões, números que o colocam entre os 10 maiores stablecoins do mercado.

Esse avanço se soma à aprovação regulatória da Ripple em mercados-chave, reforçando sua estratégia de atuar dentro de estruturas reguladas, algo crucial para grandes instituições.

Institucionalização fortalece a tese do XRP?

Embora o RLUSD seja um produto distinto do XRP, o mercado costuma precificar o ecossistema Ripple como um todo. No gráfico diário, o XRP encontrou suporte sólido em US$ 2,05 e tenta romper a resistência imediata em US$ 2,18. Um fechamento acima desse nível pode abrir espaço para US$ 2,35 e depois US$ 2,41.

O RSI diário está em 57,3, indicando força moderada sem sobrecompra. O MACD marca +0,0426, sinalizando viés levemente altista, enquanto as EMAs de 10 a 50 períodos concentram suporte entre US$ 2,05 e US$ 2,08. Já as médias de 100 e 200 períodos ainda atuam como resistência, mostrando que a tendência de longo prazo segue cautelosa.

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Do ponto de vista on-chain, não houve aumento relevante de supply de XRP em exchanges na última semana, sinalizando menor pressão vendedora. Movimentos de baleias também permanecem estáveis, o que reduz risco de volatilidade abrupta no curto prazo.

Quais são os riscos dessa narrativa?

O principal contraponto é que adoção institucional de stablecoins não se traduz automaticamente em valorização do token nativo. O RLUSD compete diretamente com USDT e USDC, que já possuem liquidez e integração muito superiores, especialmente em mercados emergentes como o Brasil.

Além disso, se o XRP não conseguir romper US$ 2,18 com volume acima da média — hoje em torno de US$ 5 bilhões/dia — o ativo pode voltar a testar US$ 2,05 ou até US$ 1,95. Para traders brasileiros, isso exige gestão de risco clara e stops bem definidos.

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Em síntese, a integração do RLUSD à LMAX reforça a narrativa institucional da Ripple e melhora a percepção de credibilidade do ecossistema. No curto prazo, o impacto no preço do XRP é técnico e limitado; no longo prazo, o sucesso do RLUSD pode fortalecer a posição da Ripple em um mercado de stablecoins cada vez mais estratégico.

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Baleias acumulam Chainlink enquanto 2º ETF estreia nos EUA

ETF Chainlink

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Baleias de Chainlink (LINK) intensificaram a acumulação nesta semana, coincidindo com a estreia do segundo ETF spot ligado ao ativo nos Estados Unidos. Apesar do aumento do interesse institucional, o preço do LINK caiu 1,2% nas últimas 24h e era negociado a US$ 13,80, refletindo a pressão do mercado mais amplo. O movimento ocorre em um momento em que ETFs de altcoins ganham espaço e redirecionam capital institucional para além do Bitcoin.

O que mudou com o novo ETF de Chainlink?

O ETF da Bitwise, negociado sob o ticker CLNK na NYSE Arca, estreou em 14 de janeiro com US$ 2,59 milhões em influxos líquidos e volume de negociação de US$ 3,24 milhões. A taxa de administração é de 0,34% ao ano, mas está zerada nos três primeiros meses para até US$ 500 milhões em ativos, estratégia comum para acelerar adoção. Segundo dados da SoSoValue, o fundo já soma US$ 5,18 milhões em patrimônio.

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Com o lançamento do CLNK, os ETFs de LINK passaram a concentrar US$ 95,87 milhões em ativos sob gestão, aproximando-se do marco de US$ 100 milhões. Para o investidor brasileiro, isso importa porque produtos regulados nos EUA tendem a aumentar liquidez e visibilidade do ativo, influenciando preço e volatilidade global.

Acúmulo de baleias reduz oferta em exchanges

Dados on-chain mostram retiradas relevantes de LINK das corretoras, um sinal clássico de acúmulo. Uma única carteira retirou 139.950 LINK da Binance, avaliados em cerca de US$ 1,96 milhão, após já ter sacado outros 202.607 LINK (US$ 2,7 milhões). Outra baleia retirou 207.328 LINK, equivalentes a US$ 2,78 milhões, segundo a Onchain Lens.

De acordo com dados da Nansen, os saldos de baleias cresceram 1,37% na última semana, enquanto a oferta de LINK em exchanges caiu 1% no mesmo período. Em termos práticos, menos tokens disponíveis para venda reduzem a pressão vendedora, o que pode sustentar preços no médio prazo — um ponto relevante para quem opera swing trade no Brasil.

ETFs reforçam narrativa institucional para altcoins

O ETF da Bitwise se soma ao produto da Grayscale (GLNK), lançado em dezembro, que atraiu US$ 37,05 milhões já no primeiro dia. Esse movimento se conecta a uma tendência maior de ETFs de altcoins buscando espaço no mercado tradicional, ampliando a base de investidores além do varejo cripto.

Para o ecossistema da Chainlink, isso reforça a narrativa de infraestrutura crítica, já que a rede fornece oráculos usados em DeFi, tokenização e finanças tradicionais. No longo prazo, maior adoção institucional pode sustentar demanda estrutural por LINK.

Quais são os riscos no curto prazo?

Apesar do acúmulo, o gráfico diário do LINK ainda inspira cautela. O RSI está em torno de 44 pontos, abaixo da zona neutra, indicando momentum fraco. O preço segue abaixo da média móvel de 50 dias, em US$ 14,60, que agora atua como resistência imediata.

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Se perder o suporte em US$ 13,50, o LINK pode buscar US$ 12,80, mínima recente. Por outro lado, um rompimento consistente acima de US$ 14,60 abre espaço para teste em US$ 15,80. Em um mercado sensível a fluxo institucional e macroeconomia, volatilidade segue no radar.

Em síntese, o aumento da exposição institucional via ETFs e o acúmulo de baleias criam um pano de fundo construtivo para o LINK, mas o preço ainda reflete cautela no curto prazo. Para investidores brasileiros, acompanhar oferta em exchanges, fluxos de ETFs e níveis técnicos será decisivo para navegar os próximos movimentos.

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